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» » » » O presidente do Vox Populi afirma que a eleição neste ano será decidida entre o Bolsonaro e o PT. O que você acha disso?

Em um artigo publicado na Carta Capital, o sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, aponta que "tudo indica que a atual polarização entre a candidatura do PT e Jair Bolsonaro será mantida e que o segundo turno será travado entre eles".


Para ele, faltando 100 dias para o pleito as pesquisas apontam que será improvável uma mudança radical do cenário atual, apesar de que para alguns analistas "parecer que ela só vai acontecer daqui a um ano".

Para ele, "quem mais se equivocou na compreensão da eleição que vamos fazer em outubro foram os especialistas da "grande" mídia. Alguns foram contidos nas elucubrações, errando com mais discrição. Outros, aqueles que achavam saber de tudo, pisaram feio na bola. Cômicos foram os "analistas" que decretaram o fim de Lula e do PT", diz em referência ao fato de que apesar da perseguição tanto Lula como o PT continuam firmes no páreo.
"Igualmente equivocada foi a ilusão de que Jair Bolsonaro seria uma espécie de Celso Russomano na eleição presidencial, um candidato que começa bem, mas que, quando chega a hora da verdade, desmorona", observa. Hoje, o quadro é oposto: Bolsonaro apresenta nítida tendência de crescimento, enquanto o tucano definha, patinando com menos de um terço das intenções de voto do adversário", completa.
Coimbra também destaca que os possíveis candidatos apoiados por Michel Temer não avançam além de 1% nas intenções de voto e os que se apresentam como "novos" "mal chegam a 2% das intenções de voto". Ele também avalia que a situação de Ciro Gomes e Marina Silva permanece estagnada.
"A 100 dias da eleição, o quadro mais provável é o mesmo que podia ser antevisto nas pesquisas feitas há meses. Tudo indica que a atual polarização entre a candidatura do PT e Jair Bolsonaro será mantida e que o segundo turno será travado entre eles", diz. "Não era difícil estimar esse cenário, pois bastava ouvir com respeito a voz dos eleitores", completa. (Com o 247)
Leia a íntegra da análise. 

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