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» » » » Jornalista afirma que "É quase um consenso no meio jurídico que o processo de Lula tem que ser anulado"

O programa Boa Noite 247 destacou os últimos fatos envolvendo o cárcere arbitrário de Lula, passando pelo apoio de setores da igreja católica ao ex-presidente e um recurso de suspensão da sua prisão que será julgado na próxima sexta-feira (23). "É quase um consenso no meio jurídico que o processo de Lula tem que ser anulado", declara o jornalista Alex Solnik.
Apoio de setores da Igreja
O Frei franciscano Sérgio Antônio Görgen, da Ordem dos Frades Menores, visitou Lula na tarde desta segunda e levou a público uma mensagem do ex-presidente. "Ele alimenta a fé de que irá sair da prisão e ser presidente da República, ajudando o povo a reencontrar sua dignidade e soberania, ressaltando que está na hora de reagir", reproduziu o Frei.
O jornalista Alex Solnik interpreta a fala de Lula. "A reação que Lula cita é em relação às urnas, para que o Brasil volte a ser o que era", analisa.
O jornalista William de Lucca também analisa a fala do ex-presidente baseando-se em um viés eleitoral. "Lula acredita que as pessoas precisam manifestar-se nas pesquisas e nas urnas", opina.
Discurso do Papa Francisco
O Papa Francisco discorreu, durante sermão, sobre o papel nocivo da mídia "quando é utilizado por pessoas sem escrúpulo, fortalecendo ditaduras", disse o pontífice.
"O Papa é um chefe de Estado que fala através de parábolas, independente se seu sermão tenha ligação direta com Lula ou não, o importante é que o Papa apoia Lula", destaca Solnik.
Recurso julgado
Um recurso pela suspensão da prisão do ex-presidente Lula, até que o recurso especial seja julgado no Supremo Tribunal Federal (STF), será avaliado na próxima sexta-feira (23).
"Apesar da obstrução que do TRF4 para que tal recurso não chegue à Suprema Corte, é possível que ministros de STF aceitem o recurso" avalia Solnik, que opina: "Está mais do que na cara que o processo de Lula tem que ser revisto e anulado".
A 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar nesta terça-feira (25) a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), na Lava Jato, sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro.
"Quase todos os processos que julgam os petistas são baseados em delações sem provas, sempre que uma liderança do PT começa a se destacar, consequentemente ele é atacado", observa de Lucca. (Com o 247)

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