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» » » » Renan Filho afirma corretamente que o ex-presidente Lula foi preso sem crime e sem prova

Jonathas Maresia/Gazetaweb - Em um vídeo postado no perfil do ex-presidente Lula no Twitter, o governador Renan Filho (MDB) defendeu a revisão da decisão que levou o petista para a cadeia. "Lula foi preso sem crime e sem prova. O Brasil aguarda que essa decisão seja revista o quanto antes", expôs o medebista, que, nesta terça-feira (10), foi até Curitiba visitar Lula na sede da Superintende da Polícia Federal. Além dele, outros oito governadores integraram a comitiva. 
Contudo, nenhum deles conseguiu ter acesso ao petista. Diante da negativa dada pela Justiça, eles prestaram solidariedade ao ex-presidente por meio da assinatura de uma carta conjunta em que reforçaram o apoio ao também ex-líder sindical. 
"Estive na sede da Polícia Federal. Em virtude da decisão judicial proferida pela juíza de Execuções Penais, fomos recebidos pelo superintendente e deixamos uma carta assinada por 10 governadores do Brasil, onde prestamos solidariedade ao presidente Lula", narrou o governador à Gazetaweb logo após a visita à sede da PF.
Nove governadores chegaram ao prédio da Polícia Federal por volta das 14h40 e ficaram reunidos por quase uma hora com a cúpula da Polícia Federal, mas foram proibidos de encontrar o ex-presidente. Além dos chefes dos Poderes Executivos, os senadores Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (MDB-PR) também fizeram parte da comitiva que desejava visitar Lula. O ex-presidente encontra-se preso na sede da PF desde o último sábado.
Além de Renan Filho, também estiveram na sede da PF em Curitiba Tião Viana (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Flávio Dino (Maranhão), Jackson Barreto (Sergipe), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Paulo Câmara (Pernambuco). 
Ao vetar a visita de políticos ao ex-presidente, a juíza Carolina Lebbos decidiu expressamente que "não há fundamento para a flexibilização do regime geral de visitas próprio à carceragem da Polícia Federal". A magistrada destacou trecho da ficha individual do apenado, referindo-se à decisão do juiz Sérgio Moro, que mandou prender Lula. (Com o 247)

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