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» » » » Pelo menos nove universidades deverão ter cursos sobre o golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma

Após decisão do ministro da Educação, Mendonça Filho, de pedir investigações sobre a disciplina “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, oferecida pelo curso de graduação em Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB), diversas universidades públicas brasileiras reagiram.
No curso da UnB, orientado pelo professor Luis Felipe Miguel, a disciplina se propõe a analisar a “agenda de retrocesso” durante o governo dMichel Temer e os “elementos de fragilidade” do sistema político brasileiro, “que depuseram a presidente Dilma Rousseff”. O
Além da UnB, ao menos outras quatro instituições já confirmaram que vão oferecer cursos com o mesmo teor: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Em outras cinco instituições, professores também se manifestaram a favor da criação de cursos que caracterizam o impeachment de Dilma, em 2016, como “golpe”, mas elas ainda não avaliaram as propostas. São elas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Federal de São João del-Rey (UFSJ).
As informações são de reportagem de Ricardo Galhardo no Estado de S.Paulo. (Com o 247)

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