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» » » » Em 2017, as contas do setor público do Brasil tiveram déficit primário de R$ 110,58 bilhões, 1,69% do PIB

As contas do setor público consolidado, que engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, registraram um déficit primário de R$ 110,58 bilhões, 1,69% do PIB, de acordo com nota do Banco Central divulgada nesta quarta-feira (31).

Apesar da queda de 28,98% em relação a 2016, quando as contas registraram déficit de R$ 155,7 bilhões (2,49% do PIB), este é o quarto ano seguido de déficit e o terceiro maior rombo fiscal da série histórica do Banco Central, que teve início em 2001. 

Em dezembro, o setor público consolidado registrou deficit primário de R$32,3 bilhões. O Governo Central, os governos regionais e as empresas estatais registraram, na ordem, deficit de R$ 22,2 bilhões, R$ 9,7 bilhões e R$ 467 milhões.

Com a queda na taxa Selic para 7% ao ano, os gastos com juros nominais caíram para R$ 400,8 bilhões em 2017. Foi o segundo ano de redução após R$ 501 bilhões de 2015, e R$ 7 bilhões abaixo dos R$ 407 bilhões em 2016. Na direção contrária, o rombo da Previdência aumentou neste mesmo período: R$ 85,8 bilhões em 2015 para R$ 149,7 bilhões em 2016 e para R$ 182,4 bilhões em 2017. 

Ou seja, se não cair, o déficit da Previdência vai continuar pressionando a conta de juros da dívida pública. A dívida bruta do setor público (que envolve o Governo Federal, INSS, governos estaduais e municipais) alcançou R$ 4.854,7 bilhões em dezembro (74,0% do PIB), reduzindo-se 0,2 p.p. do PIB no mês. No ano, houve elevação de 4,1 p.p. do PIB. (Com o Jornal do Brasil)

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