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» » » » O consórcio liderado pela CCR venceu a licitação para concessão das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro do Metrô de São Paulo

O consórcio liderado pela brasileira CCR (formado com o Grupo Ruas Invest) venceu a licitação para operar as Linhas 5-Lilás e 17-Ouro do Metrô de São Paulo. Além dela, apenas a CS Brasil, do grupo JSL apresentou documentação, segundo apuração do Valor.
 
O consórcio liderado pela CCR ofereceu ao Metrô de São Paulo R$ 553,9 milhões (ágio de 185% sobre a outorga mínima). Já o consórcio da CS Brasil, apresentou a oferta de R$ 388,5 milhões, ou 99,9% de ágio. No edital o governo garantiria a vitória da empresa ou consórcio que ofercesse o maior ágio em cima do lance mínimo de R$ 189,6 milhões. A concessão das duas linhas tem duração de 20 anos. 
 
A CCR já opera a Linha 4-Amarela em São Paulo, em parceria com o Ruas Invest - de quem detém 83,4% das ações -, e com a japonesa Mitsui. Já a CS Brasil apresentou a proposta junto com a Seoul Metro, que operação o metrô sul-coreano. Entre as exigências do edital está a experiência previa no setor de transporte sobre trilhos. 
 
Até ontem (18) a CCR era apontada como favorita na disputa pela concessão das duas linhas de São Paulo supostamente beneficiada pelo edital montado pelo governo de São Paulo, segundo alegação de metroviários e engenheiros sindicalizados que organizaram protestos nesta manhã em frente a Bovespa.
 
Ontem no final do dia juiz Adriano Marcos Laroca, da 12ª Vara da Fazenda Pública chegou a suspender o leilão acatando ação popular da vereadora Sâmia Bonfim (PSOL) e do vereador Toninho Vespoli (PSOL). “Basicamente, pode-se dizer que se trata de uma privatização custeada com recursos públicos”, afirmou Laroca na liminar concedida. Mas horas depois o presidente do TJ-SP, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças derrubou a liminar alegando que “a paralisação do certame provocará o retardamento do procedimento licitatório e, por conseguinte, da entrega da operação comercial, em detrimento da expectativa de expansão do serviço público de transporte metroviário à população”. 
 
Além de protestos, os funcionários do Metrô de São Paulo realizam greve de 24h desde a zero hora desta quinta-feira (18). (Do GGN)



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