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» » » » Ministra do Michel Temer queria ganhar R$ 61,4 mil por mês

A ministra dos Direitos Humanos do governo Michel Temer, Luislinda Valois, desistiu de pleitear o recebimento de salários acima do teto do serviço público. Segundo a ministra, ela teria desistido de acumular o salário e ministra com o benefício da aposentadoria como desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia, o que lhe asseguraria vencimentos mensais de R$ 61,4 mil.
Em seu pleito para acumular os vencimentos, Luislinda alegou que só poderia receber até R$ 33,7 mil, o teto correspondente ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) o que, segundo ela, "sem sombra de dúvidas" se assemelhava ao trabalho análogo à escravidão. Questionada durante uma entrevista sobre o assunto, a ministra confirmou disse que, em função do cargo possui "representatividade" e necessita se apresentar "trajada dignamente".
"Como desembargadora aposentada, posso botar um chinelinho simples e ir a qualquer lugar. Mas como ministra de Estado, não posso fazer isso. Eu tenho uma representatividade. Não de luxo, mas de pelo menos me apresentar trajada dignamente. É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Porque, se eu não me alimentar, eu vou adoecer e, aí, vou dar trabalho para o Estado. É tudo isso que tem que ter. Então, eu pedi, formulei o pedido, como qualquer pessoa que se achar no direito pode requerer. Estou com um salário aqui, neste mês, de R$ 2.700. Para uma responsabilidade que se tem...", disse a ministra.
O salário "baixo" é explicado pelo fato dela receber R$ 30.471,10 como desembargadora aposentada e não poder ultrapassar o teto quando este valor é somado com o salário de ministra. Porém, entre as vantagens indiretas estão carro com motorista, viagens em jatinhos da FAB, cartão corporativo, imóvel funcional, dentre outras. (Com o 247)


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