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» » » O PIB do Brasil tem 0% de crescimento no primeiro semestre de 2017

O Produto Interno Bruto (PIB) variou 0,2% na comparação do segundo contra o primeiro trimestre de 2017, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, o PIB variou 0,3%. No acumulado em quatro trimestres, o PIB caiu 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Já no primeiro semestre de 2017, o PIB apresentou variação nula em relação ao primeiro semestre de 2016. Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2017 alcançou R$ 1,639 trilhão. 
PERÍODO DE COMPARAÇÃO
INDICADORES
PIB
AGROPEC
INDUS
SERV
FBCF
CONS. FAM
CONS. GOV
Trimestre / trimestre imediatamente anterior
(c/ ajuste sazonal)
0,2%
0,0%
-0,5%
0,6%
-0,7%
1,4%
-0,9%
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior
(s/ ajuste sazonal)
0,3%
14,9%
-2,1%
-0,3%
-6,5%
0,7%
-2,4%
Acumulado em 4 trimestres / mesmo período do ano anterior (s/ ajuste sazonal)
-1,4%
6,2%
-2,1%
-1,7%
-6,1%
-1,9%
-1,2%
Valores correntes no trimestre (R$ bilhões)
1.639,3
82,4
298,7
1.041,7
253,9
1.023,3
336,1
TAXA DE INVESTIMENTO (FBCF/PIB) no 2º trimestre de 2017 = 15,5%
TAXA DE POUPANÇA (POUP/PIB) no 2º trimestre de 2017 = 15,8%

Após nove trimestres consecutivos de queda, a Despesa de Consumo das Famílias voltou a apresentar resultado positivo: crescimento de 0,7% na comparação com mesmo período de 2016. Este resultado foi influenciado pela evolução de alguns indicadores macroeconômicos ao longo do trimestre, como a desaceleração da inflação, a redução da taxa básica de juros e o crescimento, em termos reais, da massa salarial.
A Formação Bruta de Capital Fixo sofreu contração de 6,5% no segundo trimestre de 2017, a 13ª consecutiva. Este recuo é justificado, principalmente, pela queda das importações de bens de capital e pelo desempenho negativo da construção neste período. A Despesa de Consumo do Governo, por sua vez, teve contração de 2,4%.
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços apresentaram crescimento de 2,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços sofreram contração de 3,3% no segundo trimestre de 2017. Dentre as exportações de bens, aqueles que registraram os maiores aumentos foram veículos automotores, petróleo e gás natural, produtos agropecuários e papel e celulose. Na pauta de importações de bens, as quedas mais relevantes ocorreram em máquinas e equipamentos, equipamentos de transporte (exceto veículos automotores), minerais metálicos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e produtos de metal.
PIB tem variação nula (0,0%) no primeiro semestre
No 1º semestre de 2017, o PIB apresentou variação nula em relação a igual período de 2016, após queda de 2,7% no segundo semestre de 2016. Nesta base de comparação, destaque para o desempenho positivo da Agropecuária (15,0%). Já a Indústria e os Serviços caíram, respectivamente, 1,6% e 1,0%.
Na análise da demanda interna, considerando a comparação semestral, destaca-se a queda de 5,1% da Formação Bruta de Capital Fixo. A Despesa de Consumo das Famílias caiu 0,6%, enquanto a Despesa de Consumo do Governo recuou em 1,9%. No que se refere ao setor externo, as Importações de Bens e Serviços apresentaram uma expansão de 2,9%, enquanto as Exportações de Bens e Serviços cresceram 2,2%. (Fonte: IBGE)

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