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» » » » O Conselho de Ética do Senado só funciona contra senadoras contrárias a reforma trabalhista

O Conselho de Ética que considerou Aécio Neves digno de voltar às sessões e ao seu mandato é o mesmo que irá apreciar, no dia 8, o caso das seis senadoras que ocuparam a Mesa do plenário para impedir que a reforma trabalhista fosse votada. Isso ocorreu em julho. O senador João Alberto Souza (PMDB-MA), presidente da comissão, fez a convocação do colegiado. Agora o Conselho irá escolher o relator para dar prosseguimento ao caso.

As senadoras Ângela Portela (PDT-RR), Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Vanessa Grazziotin (PCdB-AM) foram indiciadas com base na denúncia do senador José Medeiros (PSD-MT), com o apoio de outros 14 senadores. Ao documento em questão foi juntado um pedido de reconsideração do caso, com assinatura de 21 senadores.

Se o Conselho de Ética decidir que a denúncia é procedente, elas podem ser punidas em penas que podem ser advertência e censura (verbal ou escrita), perda temporária do exercício do mandato e, em caso extremo, a perda de mandato, o que teria que ser decidido pelo plenário.

Essas senadoras tomaram a Mesa do Senado como forma de impedir a votação da reforma trabalhista. E a reforma foi votada e aprovada no mesmo dia, só tardando algumas horas. (Com  o GGN)

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