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» » » » João Doria trava uma guerra contra o Geraldo Alckmin para ser o escolhido do PSDB para disputar a presidência da República

Numa disputa silenciosa com Geraldo Alckmin, João Doria Junior deflagrou um plano para tentar evitar que o governador seja escolhido o presidenciável do PSDB para 2018 ainda em dezembro, durante um evento do PSDB. Para isso, Doria quer emplacar aliados nas direções nacional e estadual da legenda. Os prefeitos Paulo Serra (Santo André) e Orlando Morando (São Bernardo do Campo) teriam a missão de votar contra a escolha do candidato a presidente ainda neste ano.
A definição da cabeça da chapa majoritária em dezembro foi prometida por Aécio Neves a Alckmin após a cisão no PSDB por conta da votação da denúncia de Michel Temer na Câmara. O grupo do governador enxergou a postura de Aécio como um sinal de aproximação e tentativa de unificar o partido para 2018.
Na semana passada, Doria admitiu que vem sendo sondado pelo DEM e PMDB para ser candidato a presidente, mas nega que pretenda deixar o PSDB com essa finalidade.
Aliados de Alckmin confiam que o prefeito paulistano não irá "traí-lo".
Do Painel da Folha
De dentro para fora Após alardear os acenos feitos pelo DEM e pelo PMDB, João Doria vai trabalhar para ganhar musculatura dentro do próprio partido. O gesto é mais um movimento do prefeito de São Paulo na disputa surda que trava com o governador Geraldo Alckmin pelo posto de presidenciável em 2018. Doria quer emplacar aliados em posições estratégicas na direção do PSDB. Tentará alocar o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, na executiva nacional, e o de Santo André, Paulo Serra, na estadual.
Lá e cá Prefeito tucano com mais exposição, Doria dirá que seu pleito reproduz o anseio de outros chefes de municípios filiados à sigla, dentro e fora de São Paulo, que não se sentem representados na direção do PSDB.
Onde mira Doria sabe que Alckmin e a cúpula do PSDB trabalham para oficializar a proposta de lançamento do candidato do partido à Presidência em dezembro. Ele discorda do calendário e, com aliados na direção da sigla, teria chances de alterar o cronograma.
Não ouse Alckmista, o deputado Vanderlei Macris (SP) dá o tom sobre a impressão do grupo do governador a respeito da mobilização de Doria. “Conheço o João Doria e acredito que ele não cometeria uma traição dessas.” (Do GGN)

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