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» » » » Bancada evangélica da Câmara dos Deputados quer o perdão das dívidas das igrejas

Foto: Agência Câmara
É destaque na coluna de Mônica Bergamo, nesta segunda (24), que a Câmara deve derrubar uma emenda ao Refis (programa de renegociação de dívidas com o governo) elaborada pela bancada evangélica, que dispensa igrejas de pagar impostos sobre remessas ao exterior.
Segundo a colunista, "no limite", a emenda ainda prevê a possibilidade até mesmo de devolução de impostos já pagos, sendo considerada um "exagero" em termos de privilégios pelo próprio governo, apesar da preocupação em agradar a bancada.
Hoje, igrejas com atividades fora do Brasil - a maioria, em países na África e Europa - pagam 25% de Imposto de renda e 0,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financieras) quando os valores são "de caráter missionário ou evangelizador".
Além da emenda da isenção, a bancada apresentou outro dispositivo que ainda livra não só dos impostos, mas também do pagamento de contribuições, além de terem de ser perdoadas por todas as dívidas do passado.
"Há uma estimativa de que pelo menos 12 delas [igrejas] caíram na malha final, algumas com multas superiores a R$ 50 milhões. Se o Refis for aprovado [com as emendas da bancada evangélica], serão todas perdoadas", apontou Bergamo.
A jornalista ainda lembrou que , em 2015, quando Eduardo Cunha presidia a Câmara, uma lei foi aprovada para que igrejas deixassem de pagar contribuições sobre a remuneração dos pastores, as chamadas prevendas. "Mas havia divergências e a Receita continua autuando as organizações religiosas", acrescentou. (Do GGN)

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