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» » » » O jornalista Josias de Souza explica porque o Michel Temer é um presidente temerário

 "Alheio às precauções básicas de alguém que exerce o poder na condição de investigado, Michel Temer produziu três temeridades que condicionaram o futuro do seu mandato ao imponderável", diz o jornalista Josias de Souza (leia aqui).
Ele cita três atos temerários: receber um investigado por corrupção na calada da noite, nomear Rodrigo Rocha Loures como seu interlocutor junto ao empresário e indicar para a Justiça um personagem que atua como seu advogado de defesa. Confira:
1. Temer recebeu na calada da noite, no Palácio do Jaburu, Joesley Batista, da JBS, um empresário investigado por corrupção. Manteve com ele uma conversa vadia. 
2. No diálogo fatídico, Temer ouviu do grampo a domicílio um pedido para que indicasse alguém com quem pudesse falar para resolver pendências. Temer indicou para Joesley o amigo Rodrigo Rocha Loures, um ex-assessor de sua “estrita confiança”. 
3. A pretexto de reforçar sua infantaria jurídica, Temer desguarneceu a própria retaguarda. Transferiu do Ministério da Transparência para a pasta da Justiça o doutor Torquato Jardim, PhD em TSE e STF. Humilhou Osmar Serraglio, desalojando-o da Justiça na suposição de que, sem consulta prévia, aceitaria gostosamente ser rebaixado para a pasta da Transparência. Seraglio deu-lhe o troco: reassumiu sua poltrona de deputado federal, que vinha sendo ocupada pelo suplente Rocha Loures. Sem as imunidades parlamentares, o homem da mala tornou-se a principal ameaça ao mandato de Temer.
Com o 247

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