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» » » » Nem a perícia da Folha de São Paulo salva o governo de Michel Temer da degola

O jornal Folha de S. Paulo traz neste sábado, 20, reportagem em aponta que os áudios das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista com Michel Temer foram editados, o que comprometeria a legalidade das acusação de que ele deu aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha na cadeia. 
Segundo o perito Ricardo Caires dos Santos, contratado pelo jornal para analisar o material, as gravações contêm mais de 50 cortes. Segundo ele, o áudio divulgado pela Procuradoria-Geral da República tem indícios claros de manipulação, mas "não dá para falar com que propósito".
Outro perito ouvido tanto pela Folha como pelo Estadão para desqualificar a gravação de Joesley Batista é Ricardo Molina, que se celebrizou no atentado da bolinha de papel de que foi “vítima” o candidato José Serra em 2010. "Percebem-se mais de 40 interrupções, mas não dá para saber o que as provoca. Pode ser um defeito do gravador, pode ser edição, não dá para saber", disse Ricardo Molina sobre o áudio de Joesley.
Com seu navio fantasma afundando, Michel Temer deve se agarrar neste argumento para tentar prolongar sua permanência no Palácio do Planalto. 
Apesar dos argumentos, a Folha sentiu-se obrigada a incluir em sua reportagem um fato fundamental: segundo os peritos, o trecho em que Temer fala que "tem que continuar isso", não foi alterado.
Como lembrou o Jornal GGN, apesar de possivelmente em vão, Michel Temer pode atrasar as investigações. Mas a rádio CBN foi o noticiário decisivo para sustentar que o diálogo entre Joesley Batista e Michel Temer não foi editado. Isso porque no início da gravação do empresário, quando ele ainda estava no carro, a rádio CBN estava sintonizada antes e após a conversa. O jornal fez então uma análise dos tempos de duração do encontro, após a saída de Joesley, quando a rádio foi desligada, e após a reunião, quando o empresário retorna ao automóvel e sintoniza novamente.
"A gravação de Joesley mostra que, quando ele volta para o carro, o rádio do carro em que ele está continuava sintonizado na CBN e o que se escuta é o quadro 'Nos Acréscimos' que, naquele dia, começou às 23h08 da noite. Foi o que conseguimos observar nos nossos registros", disse o locutor Milton Jung, em reportagem do veículo.
"Com isso, é possível determinar que o tempo de gravação é de 38 minutos, o tempo da conversa entre Joesley chegar e sair da casa do presidente foi de 38 minutos, e esse tempo é a íntegra do áudio divulgado na quinta-feira e que comprova que o material não teve nenhuma edição. Portanto, a gente percebe que não teve edição na gravação que foi divulgada, colocada aí do início ao fim", completou. (Com o 247)

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1 comentários:

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