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» » » » » Em São Paulo, o MBL usa táticas fascistas para intimidar vereadores

As vereadoras do PSOL Sâmia Bomfim e Isa Penna tiveram seus números de celulares expostos em redes sociais e grupos de WhatsApp para serem “convencidas” do projeto de lei "Escola Sem Partido".
Elas pedem a cassação do vereador Fernando Holiday (DEM), quem acreditam ter sido o mentor da ação.
As informações são de reportagem do G1.
"Com a sigla do Movimento Brasil Livre (MBL), que é coordenado pelo vereador Fernando Holiday (DEM), a imagem da vereadora Sâmia Bomfim e seu respectivo contato telefônico foram divulgados acompanhados dos dizeres “Escola Sem Partido. Sâmia Bomfim é a favor da doutrinação nas escolas, ajude-nos a convence-la do contrário”.
"Holiday é um dos defensores na Câmara da proposta conhecida como 'Escola sem Partido', que tramita no Congresso Nacional e foi ao Supremo Tribunal Federal após ser aprovada na Assembleia Legislativa de Alagoas. Os projetos de lei sobre o tema pretendem especificar os limites da atuação dos professores, impedindo que eles promovam crenças particul
A “campanha” virtual gerou centenas de mensagens de ódio e ameaças às vereadoras. A assessoria de imprensa de Sâmia disse ao G1 que entregará uma relação com os números telefônicos que mandaram tais conteúdos à Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos.
A vereadora também pretende entrar com uma ação no Ministério Público e na corregedoria da Câmara Municipal contra o vereador Fernando Holiday (DEM), quem acredita ter ordenado o ataque. As vereadoras acreditam que Holiday tenha retirado os números de um grupo de WhatsApp de vereadores.
Questionado pelo G1, a assessoria de imprensa do vereador negou que ele tenha sido responsável pela ação. 
Na terça-feira (4), o deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) protocolou pedido para que o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Corregedoria da Câmara Municipal apurem conduta do vereador da capital paulista Fernando Holiday (DEM). Na segunda-feira, o vereador publicou texto e vídeo nas redes sociais informando ter fiscalizado escolas municipais sobre eventuais caso de doutrinação nas escolas.
A ação de Holiday foi criticada pelo secretário de Educação da Gestão de João Doria (PSDB), Alexandre Schneider." (Com o 247)

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