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» » » O IBGE confirma: A economia brasileira caiu 3,6% em 2016 e os brasileiros ficaram 4,4% mais pobres

TAXA DE INVESTIMENTO (FBCF/PIB) 2016 = 16,4%
TAXA DE POUPANÇA (POUP/PIB) 2016 = 13,9%
Em 2016, o PIB caiu 3,6% em relação ao ano anterior, queda ligeiramente menor que a ocorrida em 2015, quando havia sido de 3,8%. Houve recuo na agropecuária (-6,6%), na indústria (-3,8%) e nos serviços (-2,7%). O PIB totalizou R$ 6.266,9 bilhões em 2016.
O PIB per capita teve queda de 4,4% em termos reais, alcançando R$ 30.407. O PIB per capita é definido como a divisão do valor corrente do PIB pela população residente no meio do ano.
TABELA I.1 - Principais resultados do PIB do 4º Trimestre de 2015 ao 4º Trimestre de 2016
Taxas (%)
2015.IV
2016.I
2016.II
2016.III
2016.IV
Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior
< Anexo: Tabela 3 >
-3,8
-5,4
-4,5
-4,0
-3,6
Últimos quatro trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores
< Anexo: Tabela 4 >
-3,8
-4,7
-4,8
-4,4
-3,6
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior 
< Anexo: Tabela 2 >
-5,8
-5,4
-3,6
-2,9
-2,5
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal) 
< Anexo: Tabela 7 >
-1,2
-0,6
-0,3
-0,7
-0,9
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais

O decréscimo da agropecuária em 2016 (-6,6%) decorreu, principalmente, do desempenho da agricultura. Na indústria, o destaque positivo foi o desempenho da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana, que cresceu 4,7% em relação a 2015. A indústria de transformação teve queda de 5,2% no ano. A construção sofreu contração de 5,2%, enquanto que a extrativa mineral acumulou recuo de 2,9%, influenciada pela queda da extração de minérios ferrosos.
Dentre as atividades que compõem os serviços, transporte, armazenagem e correio sofreu queda de 7,1%, seguida por comércio (-6,3%), outros serviços (-3,1%), serviços de informação (-3,0%) e intermediação financeira e seguros (-2,8%). As atividades imobiliárias variaram positivamente em 0,2%, enquanto que a administração, saúde e educação públicas (-0,1%) ficou praticamente estável em relação ao ano anterior.
Na análise da despesa, pelo terceiro ano seguido houve contração da FBCF (-10,2%). Este recuo é justificado pela queda da produção interna e da importação de bens de capital, sendo influenciado ainda pelo recuo da construção. A despesa de consumo das famílias caiu 4,2% em relação ao ano anterior (quando havia caído 3,9%), explicado pelo deterioração dos indicadores de juros, crédito, emprego e renda ao longo de todo o ano de 2016. A despesa do consumo do governo, por sua vez, caiu 0,6%, ante uma queda de 1,1% em 2015.
Já no setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 1,9%, enquanto que as importações de bens e serviços caíram 10,3%. (Do IBGE)

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