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» » » » A Globo acha que o governo de Michel Temer é um mar de lama de corrupção, mas quer que ele complete o golpe

Em editoria nesta quinta-feira, o jornal O Globo reconhece o quão podre é o entorno de Michel temer, mas cobra que o peemedebista, mesmo assim, avance com sua agenda de reformas e arrocho à população. "Volte ou não Padilha para o ministério, a reforma da Previdência e as que se seguirão, como a trabalhista, têm de ser tratadas pelos políticos com a importância que merecem, acima dos interesses menores do baixo clero e similares." (Com o 247)
Confira o texto:
O avanço das revelações vindas do petrolão torna cada vez mais instável o terreno sob o governo Michel Temer, no momento em que entra em pauta o segundo pilar do ajuste da economia, a reforma da Previdência. Sem a qual fica comprometido o primeiro pilar, o do teto para os gastos públicos.
Enquanto isso, no pano de fundo da crise política, surgem sinais na economia de que se movimentam forças para a retomada do crescimento do PIB.
Mas tudo vai depender de como evoluirá o front político-parlamentar. Neste sentido, é correto o presidente Temer assumir a condução das articulações para a viabilização da reforma previdenciária. Com o ministro Eliseu Padilha avariado por uma delação espontânea do amigo e ex-assessor do presidente José Yunes, e em recuperação de cirurgia em Porto Alegre, motivo formal da licença pedida da Casa Civil, só mesmo o presidente, dirigente do PMDB durante muito tempo e também da Câmara, pode preencher o vazio deixado pelo ministro nesta empreitada estratégica do ajuste fiscal.
Yunes prestou depoimento espontâneo à Procuradoria-Geral da República, para relatar que serviu de “mula involuntária” de Padilha, ao aceitar receber “documentos” de um emissário. Este, o doleiro Luís Funaro, tido como operador do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha — os dois se encontram fora de circulação, por decisão da Justiça.
Uma ponta dessa história é a delação premiada de Cláudio Melo Filho, executivo da Odebrecht, na qual é relatado jantar no Palácio do Jaburu em que o ainda vice-presidente Temer solicitou apoio financeiro para a campanha de 2014 a Marcelo Odebrecht.
Teriam sido pedidos R$ 10 milhões, dos quais R$ 4 milhões ficariam com Padilha, e que uma das remessas seria entregue a Yunes, no escritório de advocacia dele em São Paulo. Por inevitável, José Yunes deixou de ser assessor de Temer no Planalto. Ele diz ter recebido um pacote de Funaro, mas sem ter curiosidade de saber o que continha. Temer garante que pediu uma doação legal ao principal executivo, e acionista, da Odebrecht. Pode ser que no processo que tramita na Justiça eleitoral (TSE) sobre o financiamento da chapa Dilma-Temer surja algum esclarecimento.
Volte ou não Padilha para o ministério, a reforma da Previdência e as que se seguirão, como a trabalhista, têm de ser tratadas pelos políticos com a importância que merecem, acima dos interesses menores do baixo clero e similares. Só o déficit previdenciário, descontrolado, pode, em não muito tempo, tragar todos os recursos da Saúde e Educação. Não é fácil o Congresso de hoje fazer essas mudanças, mas não há alternativa. É isso ou a eternização da crise, com pequenos ensaios de recuperação do PIB que não se sustentarão. Enquanto se prepara o terreno para o risco da volta de correntes populistas ao poder em 2018. Com isso, virá o perigo de o Brasil ficar à margem por outra década perdida.

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1 comentários:

  1. Incrível, esse bandido Temeroso não larga o osso, conde corrupto Drácula usurpador, ladrão e golpista lesa pátria! Ele tem ir para o presidio da Papuda para fazer companhia na cela do seu assessor o deputado paraense Rocha Loures preso no sábado por corrupção e levar para Temer malas de dinheiro. Joesly e Wesly não aguentavam mais essa extorsão dos políticos e filmaram e gravaram conversas com os figurões do Sindicato do Crime já que o juiz tucano do Paraná Sr Moro não fazia nada contra essa quadrilha demotucana e do triunvirato do crime PMBD/PP/PPS. O juiz tucano Sérgio Moro só aparecia em jantares com os tucanos e outros da quadrilha de FHC, Aloísio Nunes, Serra, o Moreira Franco e o gangster mega ladrão e mega corrupto mega delatado Aécio Cheira Neves agora é um ex-senador traficante traficante de drogas ladrão de verbas públicas com contas bilionárias na Alemanha, já foi cassado por corrupção pelo STF e agora e em vias de ser também preso para fazer companhia a seus parentes corruptos carregadores de malas de dinheiro roubado.
    Os irmãos Joesly e Wesly não suportavam mais tanta extorsão, decidiram agir com apoio dos tribunais locais e da PF e decidiram dar uma lição no juiz tucano que não esperava por essa ação planejada que desmascarou a república tucana de Curitiba, destruindo a TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA DE FHC, SERGIO MORO E GERALDO BRINDEIRO criada no governo FHC para blindar e sepultar o ESQUEMA BANESTADO.
    Como lembrou Roberto Requião no seu discurso no Senado em 30/09/2015 o ESCANDALO BANESTADO FOI A SEMENTE DA CORRUPÇÃO DO GOVERNO FHC há 20 anos atrás para captar 125 bilhões em propinas das multinacionais em troca das PRIVATARIAS TUCANAS. Meio trilhão de reais foram lavados no BANCO DO ESTADO DO PARANÁ, e todo esse roubo foi abafado pelos mesmos juizes e procuradores da planejada Lava Rato. O Juiz Sergio Moro soltou Alberto Youssef e outros 70 doleiros presos em 1997, 1999 e 2002 no Paraná na OPERAÇÃO MACUCO e ainda blindou os 300 políticos picaretas do SINDICATO DO CRIME como alertou Ciro Gomes (PMDB/PSDB/PP/DEM-PPS).
    PASMEM ESSES TREZENTOS POLÍTICOS PICARETAS CORRUPTOS E VIRA LATAS VEM FAZENDO CORRUPÇÃO HÁ MAIS DE 30 ANOS (1988: CPI DO ESQUEMA DO ORÇAMENTO QUE ACABOU EM PIZZA EM BRASÍLIA EM 1989 NO ANO SEGUINTE COM O ASSASSINARAM A PRINCIPAL DELATORA ELIZABETE, EX-ASSESSORA DA MINISTRA DO MEC DOROTHEIA WERNECK, ELIZABETE FOI MORTA PORQUE DENUNCIOU A ODEBRECHT E A REDE GLOBO NUM ESQUEMA DE ROUBO DE VERBAS PÚBLICAS, CRIMES BEM RELATADOS NO LIVRO "AFUNDAÇÃO" ROBERTO MARINHO,ROMERO MACHADO, 1987)
    PORTANTO ESSE PESADO ESQUEMA ODEBRECHT FOI CRIADO EM 1986 PELA "NOVA REPÚBLICA DA CORRUPÇÃO DO PMDB E SEUS COLIGADOS NO CRIME" E DEPOIS AGIGANTOU NO GOVERNO FERNANDO COLLOR LEVANDO A UMA NOVA CPI "CPI COLLOR PC FARIAS E ESQUEMA ODEBRECHT" QUE TEVE COMO MAIOR DENUNCIANTE EM MAIO DE 1992 O JOVEM GOVERNADOR DO ACRE EDMUNDO PINTO ASSASSINADO NO HOTEL DELLA VOLPE EM 18 DE MAIO DE 1992 (DOIS DIAS ANTES DE DEPOR NA CPI) ESSE CRIME FOI O ESTOPIM DO IMPEACHMENT DE FERNANDO COLLOR DE MELLO (PRIMO DE MARCO AURÉLIO DE MELLO, O JUIZ CORRUPTO DO STF QUE BLINDA TUCANOS E A CÚPULA DO PRIMO FERNANDO COLLOR DE MELLO)
    NO GOVERNO FHC O ESQUEMA DE CORRUPÇÃO ATINGIU A CIFRA DOS SESSENTA TRILHÕES DE REAIS EM DOAÇÃO DE PATRIMÔNIO PÚBLICO (VIDE TEXTO: PRIVATARIA TUCANA GEROU PREJUÍZO DE 15 TRILHÕES DE US$ PROPINAS DE 125 BILHÕES DE US$ PAGAS A 300 POLÍTICOS NO BANESTADO ENTRE 1995 E 2002) E AINDA TEVE UMA NEFASTA CRIAÇÃO PROTEÇÃO DOS JUIZES E PROCURADORES TUCANOS NAQUELE ESTADO, TEIA DE PROTEÇÃO FOI CRIADA PELO CANALHA FHC E GERALDO BRINDEIRO (ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA PRIMO DO VICE DE FHC MARCO MACIEL). "ALBERTO YOUSSEF FINANCIOU A CAMPANHA DE TUCANOS NO PARANÁ PAGO PELA PREFEITURA DE MARINGÁ ONDE PARENTES DE SERGIO MORO SÃO OS DONATÁRIOS DO PODER, DONOS DO GRUPO MALUCELLI, DO PARANÁ BANCO E DA REDE GLOBO DO PARANÁ).O LIVRO "A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA A JATO" DE PAULO M LEITE DETALHA TODA ESSA BANDALHEIRA

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