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» » » » » Ex-ministro da Previdência Social diz que a reforma do Temer exclui os pobres do direito de aposentar

 O ex-ministro da Previdência Social Ricardo Berzoini criticou nesta quarta-feira, 7, a proposta de reforma da Previdência do presidente Michel Temer. 

Para Berzoini, a proposta que Temer encaminhou ao Congresso Nacional, que estabelece 65 anos como idade mínima para homens e mulheres se aposentarem, além de aumentar o tempo mínimo de contribuição de 15 para 25 anos, é uma reforma "golpista que exclui os pobres do direito de aposentar".
"Se você for em um bairro de classe média, a expectativa de vida é de 88 anos, 90 anos. Em um bairro pobre, será de 63, 64 anos. Ou seja, aprovar 65 anos como idade mínima para se aposentar é dizer o seguinte: vamos ter o INSS onde a contribuição dos pobres viabiliza a aposentadoria da classe média e dos ricos", afirmou Berzoini, segundo a agência PT de Notícias. 
Para Berzoini, uma verdadeira Reforma da Previdência precisa ter o "traço da solidariedade, da sustentabilidade, da visão social, da concepção da Constituição de 88, que é uma Previdência pública, e não um negócio para os bancos".
Para o deputado federal Pepe Vargas (PT-RS), 65 anos como idade mínima é uma grande injustiça com os trabalhadores de famílias com menor poder aquisitivo. "Porque esses começam a trabalhar mais cedo e, consequentemente, vão contribuir mais tempo para a Previdência do que os filhos das classes mais abastardas, que começam a trabalhar mais tarde, e vão contribuir menos tempo para a Previdência", aponta.

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