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» » » » O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) vai deixar cerca de R$ 6 bilhões em caixa para seu sucessor, João Doria (PSDB)

Quando sair da prefeitura, em 31 de dezembro, Fernando Haddad (PT) vai deixar cerca de R$ 2 bilhões em caixa para seu sucessor, João Doria (PSDB). O valor é o saldo líquido disponível nas contas da Prefeitura, descontando a verba já empenhada com restos a pagar, de aproximadamente R$ 4 bilhões. Recursos seriam suficientes para arcar com 40 dias de operação da Prefeitura  caso a arrecadação da cidade fosse completamente suspensa em janeiro. As informações são de reportagem do Estado de S.Paulo. 
"Apesar da crise econômica, os valores são semelhantes aos números deixados pelo então prefeito Gilberto Kassab (PSD). Em 2013, quando Haddad assumiu, o caixa herdado somava R$ 5,8 bilhões, em valores atualizados, dos quais R$ 2,5 bilhões não estavam comprometidos - ou seja, 2 % a mais. Os demais R$ 3,3 bilhões eram restos a pagar - reserva usada para custear contratos e convênios já assinados, por exemplo.
Além da verba para os restos a pagar, parte dos R$ 2 bilhões que Haddad deixará para Doria também tem regras para ser gasta. Os recursos arrecadados com a venda de Cepacs - títulos negociados com construtoras que têm interesse em construir mais que o permitido -, por exemplo, deverão ser aplicados obrigatoriamente em regiões que passam por um processo de revitalização urbana. Em janeiro, essa fatia será de R$ 1 bilhão.
De acordo com o secretário municipal de Finanças, Rogério Ceron, o montante que será repassado a Doria é resultado do controle fiscal, mesmo diante dos problemas de arrecadação enfrentados pela cidade ao longo dos últimos quatro anos. Ceron explica que o “saldo” dos Cepacs para investimentos nas áreas das operações urbanas caiu nos últimos anos porque Haddad escolheu investir a verba arrecadada com o setor imobiliário em novas obras.
Embora a receita total da Prefeitura deva terminar no pior patamar dos últimos cinco anos, os gastos com funcionalismo público na capital ficarão abaixo do teto previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)." (Com o 247)

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