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» » » » A Procuradoria Geral da República investigou e rastreou os pagamentos de propina à cúpula do PMDB

 Investigação da Procuradoria Geral da República rastreou operações financeiras suspeitas do lobista Milton de Oliveira Lyra Filho que pode estar ligadas a pagamento de propina e lavagem de dinheiro para senadores do PMDB. 
De acordo com procuradores da Lava-Jato, há indícios de que senadores do PMDB tenham se beneficiado de desvios de dinheiro da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte e de fraudes nos investimentos realizados pelo Postalis, fundo de pensão dos trabalhadores dos Correios. Entre os senadores peemedebistas citados na investigação estão Eunício Oliveira (CE), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Edison Lobão (MA).
De acordo com a delação de dois executivos da construtora Camargo Corrêa, a empresa AP Energy, sediada num endereço que abriga dezenas de companhias num escritório de fachada, foi utilizada pela empreiteira para repassar propinas da construção da usina de Belo Monte para o senador Edison Lobão (PMDB-MA). Além do ex-ministro de Minas e Energia, Renan, Romero Jucá (PMDB-RR), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Valdir Raupp (PMDB-RO) também estão sendo investigados por suspeitas de corrupção na obra de Belo Monte.
As empresas de Milton Lyra também teriam recebido R$ 19 milhões de recursos ligados ao Postalis. O lobista Milton Lyra também é apontado nas investigações como destinatário de R$ 5 milhões um projeto que pretendia criar uma nova bolsa de valores no Brasil, cujo principal sócio é o fundo de pensão dos Correios. A função do lobista seria dar consultorias políticas e marcar encontros com Renan e outros senadores. (Com o 247)

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