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» » » » A mulher que poderá salvar o Brasil


Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo PT do Paraná. Ela é quem pauta, no puxadinho do Palácio do Planalto, que o Senado se transformou, a discussão da PEC 241/55 — a PEC do Fim do Mundo. Fosse pela vontade do ilegítimo Michel Temer (PMDB) ou da velha mídia golpista, essa excrecência já estaria votada e aprovada.

A PEC do Fim do Mundo prevê congelamento pelos próximos 20 anos dos investimentos em saúde, educação e assistência social. Marotamente, para desqualificar o debate, os barões da mídia e seus miquinhos amestrados dizem “PEC do Gasto Público”.

Gleisi é uma das esperanças que os pobres deste país têm, pois ela possui a sensibilidade que falta aos assaltantes que tomaram o poder em 31 de agosto. Por isso a ideia-fixa da velha mídia em destruí-la pelo que que ela representa na luta contra o neoliberalismo e contra o desmonte do Estado.
Por que essa mulher incomoda tanto aos golpistas, a criminalizam visando desqualificá-la perante a opinião pública? Ora, porque ela é contra a destruição dos serviços públicos e porque ela catalisa a energia que pulsa nas ruas, nas escolas e nas universidades ocupadas pelos estudantes em defesa da qualidade dos mesmos serviços. Porque ela preside a estratégica Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, a CAE, que tem potencial de detonar a PEC 241/55.
Gleisi é autora de uma emenda na PEC 241/55 que obriga a realização de um plebiscito para o povo decidir, após a votação no Congresso Nacional, se implementa ou não os cortes nos investimentos estratégicos. O diabo é que eleição assusta muito a burguesia, os endinheirados, os golpistas.
Com medo de disputar no voto suas posições, a velha mídia covarde e machista parte para o ataque contra uma mulher que pode salvar o Brasil. Sem argumentos e sem votos, tenta desqualificar lideranças que representam o dissenso da Casa Grande — leia-se Washington, novo farol dos golpistas e da mídia com complexo de vira-lata.
Aliás, a revista IstoÉ — ou QuantoÉ — repete sua misoginia e machismo que em 1º de abril deste ano destilou em sua capa contra a então presidente Dilma Rousseff (PT). O objetivo era derrubá-la, mesmo que isso representasse um direito de resposta que veio quase dois meses depois.
Gleisi merece o respeito de todos os brasileiros por resistir à burra unanimidade, de continuar no PT mesmo na adversidade. Seria mais fácil para ela entregar as riquezas para o sistema financeiro, para o pagamento de juros, mas escolheu um lado, do povo, e por isso paga um preço alto.
Para a revista, Gleisi, essa mulher, atrasa a apropriação do orçamento brasileiro pelos banqueiros por isso ela incomoda tanto. Mas, fazendo um trocadilho com o título de QuantoÉ, “essa mulher pode salvar o Brasil” das asneiras dessa imbecilizada e venal velha mídia.
Quanto à Lava Jato, a revista tem praticamente todo o ministério de Temer para deliciar-se. Fica a sugestão de pauta.

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