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» » » » Empresário afirma à Lava Jato que o PMDB recebia 0,5% de todos os contratos com a empresa Andrade Gutierrez

Uma das teses centrais da Lava Jato é a de que partidos políticos foram usados como lavanderia de propinas em contratos superfaturados, pagas na forma de doações eleitorais.
Essa tese levou o ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral, a abrir uma ação que, em tese, poderia levar à cassação do registro do PT.
No entanto, ao depor na ação movida pelo PSDB que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, o executivo Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, revelou que pagava uma taxa de 0,5% ao PMDB, em todos os seus contratos.
É o que revela reportagem de Evandro Éboli. "O ex-presidente da empreiteira contou que teve pagar propina ao PT e ao PMDB quando se formou o consórcio para construir a Usina de Belo Monte, o que ocorreu em 2008. Ele disse que ficou acertado que 0,5% de todos os projetos federais, em todas as áreas, tocados pela Andrade, ia para o PT e outro 0,5% para o PMDB. O ex-dirigente ressaltou que essa 'contribuição' ocorreu até 2014", informa.
Na reportagem, Azevedo revela, ainda, uma doação de R$ 1 milhão ao vice-presidente Michel Temer, em 2014. (Com o 247)

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