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» » » » Veja os principais crimes cometidos por Aécio Neves. Ele ainda acusa os integrantes do PT!

O senador e presidente da organização criminosa PSDB usou sua assessoria de imprensa (Grupo Globo) para comentar as mentiras do MPF contra Lula. O tucano esquece que tem telhado de vidro, foge da pergunta sobre as denúncias/mentiras apresentadas por Deltan Dallagnol, o procurador Power Point, para atacar o PT e o ex-presidente Lula.
Aproveitamos a oportunidade para lembrar ao senador hipócrita e mega delatado, alguns dos seus crimes, assim, quem sabe Aécio não corta um pedaço da língua.
Assista, leia e divulgue:
“O que nós temos que fazer agora é construir a agenda de futuro, se o PT escolheu a narrativa da vitimização, do golpe, pois bem, que trabalhem nessa seara, a nossa narrativa será a reconstrução do país”, disse ainda o senador, que contribuiu diretamente para a quebra do País ao se aliar a Eduardo Cunha (PMDB-RJ e paralisar o Congresso para promover o golpe de 2016.
Com informação do Brasil247
Reveja, abaixo, vídeo em que Aécio Neves é delatado pelo doleiro Alberto Yousseff:

Reveja, abaixo, o momento em que ele é delatado por Fernando Moura:

Releia, ainda, reportagem sobre a delação de José Adelmário Pinheiro, da OAS, sobre a cobrança de propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa (leia aqui).
Reveja, ainda, vídeo em que o jornalista Ricardo Boechat comenta a delação de Delcídio Amaral contra Aécio:

Em outro vídeo, o entregador de recursos “Ceará” diz que Aécio era “o mais chato” cobrador de propinas da UTC:

Abaixo, as resposta de Aécio sobre a denúncia contra Lula:
Abaixo, as resposta de Aécio sobre a denúncia contra Lula:
Lula disse que se houver qualquer prova de corrupção, ele por iniciativa própria vai a pé para ser preso. O que o sr. tem a comentar?
Eu, da mesma forma que o presidente Fernando Henrique, compreendo o momento extremamente difícil porque passa o presidente Lula e, na verdade, ele tem hoje que falar à Justiça. Responder as acusações que são feitas a ele. O único equívoco que vejo, e não é de agora, é recorrente, é que sempre que eles se veem em dificuldades, o PT, eles tentam sempre transferir a outros responsabilidades que são deles. Com a presidente Dilma foi da mesma forma, por isso chegou onde chegou. Não há, em nenhum momento, um reconhecimento, não há uma mea culpa, não há a grandeza de compreender que cometeram equívocos graves e ilegalidades que estão levando o PT e suas principais lideranças a essa situação.
O que eu percebo é que a reposta acaba caminhado para o jogo político. Isso é natural? É natural, mas é pouco relevante nesta hora. Então eu não quero agravar ainda mais esta situação e deixar que o presidente tenha tempo para responder aqueles que o irão inquirir daqui por diante, que é a Justiça. É a ela e ao conjunto de brasileiros que o presidente Lula terá que se explicar, se tiver razões, se tiver como comprovar isso tudo que ele disse, que foi uma grande arbitrariedade, que foi tudo uma movimentação política. O tempo é que dirá, mas não há, no PT, e nunca houve, a grandeza de reconhecer equívocos, muitos menos ilegalidades que segundo o Ministério Público foram por ele cometidas.
Há uma crítica de que houve excesso de política na entrevista dos procuradores. O sr. concorda?
Eu não tenho condições de fazer essa avaliação sobre a retórica do Ministério Público. Existem questões objetivas que foram ali tratadas e é sobre essas questões objetivas que o presidente e sua defesa terão que se manifestar.
Eu acho que, nesta hora, quanto menos politizarmos essa questão, melhor para o Brasil. Tanto eu, sempre seguindo as orientações do presidente Fernando Henrique, como os demais companheiros do PSDB com os quais tenho conversado intensamente, todos esses dias, o nosso papel hoje não é estar contestando, agravando ou radicalizando na política. O que nós temos que fazer agora é construir a agenda de futuro, se o PT escolheu a narrativa da vitimização, do golpe, pois bem, que trabalhem nessa seara, a nossa narrativa será a reconstrução do país.
O que hoje nos mobiliza, o que hoje nos anima é a possibilidade de levarmos o governo constitucionalmente empossado a construir uma agenda de reformas que retire o Brasil da calamidade – e isso é inegável – na qual os sucessivos governos do PT nos mergulharam. Essa crise que está aí tem nome e sobrenome. Ela é consequência da incompetência e da irresponsabilidade de um grupo político que optou por construir um projeto de poder acima dos interesses nacionais.
Os alertas vieram em todos os instantes. Soa, para mim, patética a declaração que a presidente deu no plenário do Congresso Nacional de dizer que ela só soube da crise no momento em que as urnas se fecharam. Ela não sabia o que estava acontecendo no mundo? Em 2015, o mundo cresceu 3%, o Brasil, menos 4%. “Ah, é a crise das commodities”. Peru e Chile que vivem fundamentalmente de commodities cresceram 2% e 3% respectivamente no mesmo período em que caímos 4%. Eles não têm a capacidade de admitir seus erros.
Nosso papel agora é demonstrar que chegamos onde chegamos pelas irresponsabilidades sucessivas e pela incompetência dos governos do PT, mas temos hoje a capacidade de reunificar o Brasil em torno de um projeto de futuro. Quero tirar os olhos do retrovisor da história, as questões da Justiça que a Justiça as trate, que o Ministério Público as trate, e que possamos ajudar o Brasil a ser reconstruído em benefício principalmente dos 12 milhões de desempregados.

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