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» » » Polícia Federal prende Guido Mantega na 34ª fase da Operação Lava Jato

Policiais federais estiveram nas ruas desde a madrugada desta quinta-feira (22) para cumprir mandados da 34ª fase da Operação Lava Jato, batizada como Arquivo-X, numa referência ao grupo EBX, de Eike Batista.
Um dos alvos é o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi preso.
O ex-ministro estava no Hospital Albert Einstein, onde acompanhava cirurgia de sua esposa.
A PF, no entanto, exigiu que ele se apresentasse, uma vez que seu filho, menor de idade, estava sozinho em casa e não poderia acompanhar a operação.
Outro alvo é Eike, dono da OSX, empresa que também foi alvo nesta manhã. "Durante as investigações, verificou-se que o ex-ministro da Fazenda (Guido Mantega) teria atuado diretamente junto ao comando de uma dessas empresas para negociar o repasse de recursos para pagamentos de dívidas" do PT. 
Foram expedidos 33 mandados de busca e apreensão, oito de prisão temporária e oito de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e no Distrito Federal. (Com o 247)
Abaixo, reportagem da Reuters:
Mantega é preso na Lava Jato em investigação sobre corrupção em obras do pré-sal
Reuters - O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi preso pela Polícia Federal em São Paulo nesta quinta-feira em uma nova fase da operação Lava Jato que investiga crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo obras da Petrobras para exploração de petróleo no pré-sal.
Uma fonte próxima ao ministro disse à Reuters que Mantega foi detido em um hospital da capital paulista, onde acompanhava a mulher que será submetida a uma cirurgia.
O Ministério Público Federal disse em um comunicado, sem citar Mantega nominalmente, que um ex-ministro de Estado é alvo da 34ª fase da Lava Jato, assim como executivos das empresas Mendes Júnior e OSX Construção Naval e representantes de empresas por elas utilizadas para repasse de vantagens indevidas.
(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; reportagem adicional de Patrícia Duarte, em São Paulo)

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