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» » » » Movimentos sociais e entidades sindicais preparam a greve geral para o dia 22 de setembro

A greve geral se tornou a arma mais eficiente do trabalhador contra o golpe de Estado, em curso no país
O calor intenso não foi suficiente para impedir que mais de 15 mil pessoas caminhassem por toda a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no início dessa semana. A manifestação fez parte da Jornada de Lutas em Defesa da Democracia, dos Direitos e Contra o Retrocesso, que se multiplica pelas cidades de médio e grande porte, por todo o país, como preparatória para a mobilização da greve geral, planejada para a quinta-feira da semana que vem, dia 22.

Durante o ato, os líderes dos movimentos sindical e sociais se revezaram ao microfone. Em comum, no discurso de todos, a construção da greve-geral. Carmen Foro, vice-presidenta nacional da CUT, pediu que os movimentos não dispersem. “Temos que nos manter unidos. Essa unidade é o que nos garantirá a resistência contra os retrocessos. Será nas ruas que vamos barrar as reformas da Previdência e do Trabalho. Não há melhor ferramenta para isso do que a greve-geral”, afirmou a dirigente, que enalteceu os propósitos da marcha.
— Nós estamos no caminho certo. Esse ataque aos servidores públicos é também um ataque aos serviços públicos e, consequentemente, toda a sociedade, que está acordando para os desmandos desse governo golpista. Eu sou trabalhadora rural e sei a importância de acessar serviços gratuitos e de qualidade — afirmou.
Também reforçando os valores da unidade da classe trabalhadora, o secretário-geral adjunto da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Marizar Mansilha de Melo, pediu paralisação.
— Nós viemos aqui deixar um recado importante ao Temer: a única coisa importante que esse golpista fez para os trabalhadores, foi nos unir ainda mais. Quando falamos da PEC 241 e do PL 257, não estamos apenas protegendo nossos empregos, estamos defendendo o bem estar social da população, garantindo serviços públicos de qualidade. Uma greve-geral intensificaria esse processo contra um governo golpista que quer retirar todos os nossos direitos — disse.
Sandro César, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT), enviou um recado ao ministro, Ricardo Barros.
— Não vamos aceitar a destruição do maior serviço público de Saúde do mundo, o SUS. Esse governo ilegítimo não irá nos empurrar projetos que precarizem a vida do trabalhador. A união da classe trabalhadora é fundamental e vamos caminhar na direção da greve-geral — afirmou Sandro César. (Do Correio Brasil)

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