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» » » » Jurista no Paraná: "O sujeito faz parte de uma seita que não precisa de provas para formar convicções. O nome da seita? Ministério Público Federal”

“Certamente haverá quem defenda que o fascismo de Dallagnol, o ‘convicto sem provas’, nada teria a ver com seu fundamentalismo religioso.
O sujeito faz parte de uma seita que não precisa de provas para formar convicções. O nome da seita? Ministério Público Federal”, escreveu o jurista, sócio de um dos maiores escritórios de advocacia trabalhista do país.
Abaixo, leia a íntegra do arrazoado de Xixo, via Facebook:
A soberba dos concursados
Há um ano e meio, na sequência de uma das arbitrariedades praticadas por um juiz federal, que quando não for mais útil será descartado, comentei que o fato de ter sido aprovado em concurso público não autorizava ninguém a se sentir melhor que os demais e que muitos optavam por não fazer concurso público e isso não os tornava inferiores aos barnabés que se pautavam pela soberba.
Foi um escândalo em duas ou três associações que congregam funcionários públicos fãs do criticado camisa-negra. Alguns gângsters filiados a essas associações juraram vinganças e ódios eternos.
Não disse nada de mais, apenas mencionei que a soberba de vários deles parecia-me injustificável. A reação, desproporcional e histérica, de alguns colegas dele pareceu-me mera defesa corporativa. Talvez não fosse.
Desde então inúmeros episódios demonstraram haver centenas os funcionários públicos que flertam com o autoritarismo.
Em algumas instituições talvez chegue a várias dezenas o número de fascistas que, fundamentados no pretenso mérito extraordinário de haverem sido aprovados em concurso público, cometem desatinos movidos pela ética da convicção.
Os espetáculos mais recentes corroboram as teses de que há exageros em algumas teatralizadas atuações e de que não só na vaidade, na soberba e na fé se encontrariam as explicações para tresloucadas performances midiáticas e para xiliques nos grupos de discussão que muitos deles utilizam para as defesas de uns aos outros e onde à ética das convicções se soma a ética fanática das confrarias secretas.

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