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» » » Com força dentro do partido, José Eduardo Cardozo poderá disputar o governo de São Paulo pelo PT em 2018

FOTO: ANTONIO AUGUSTO/ CÂMARA DOS DEPUTADOS
O impeachment de Dilma Rousseff agravou ainda mais a crise no PT e jogou os holofotes sobre um rearranjo de forças no partido, hoje ameaçado por uma debandada. Após quase nove meses de uma batalha no Congresso, José Eduardo Cardozo, advogado de Dilma, sai fortalecido do processo e, a depender do cenário, pode se credenciar para futuras disputas.
De ministro da Justiça achincalhado pela direção do PT – para quem o “grupo do Zé Eduardo” era tão pequeno que cabia numa Kombi –, o relator do projeto da Ficha Limpa passou a ter o nome lembrado para eventual candidatura ao governo de São Paulo, em 2018. No momento em que os principais líderes petistas foram atingidos por escândalos de corrupção, Cardozo chegou a ser aplaudido por parte dos passageiros de um voo de Brasília a São Paulo, na noite de sexta-feira.
“Eu não tenho a menor vontade de continuar na vida política”, disse o ex-ministro, que também foi titular da Advocacia-Geral da União. “Em 2010, escrevi uma carta aos meus eleitores, na qual dizia que não seria mais candidato a deputado enquanto o sistema político não mudasse. Tenho vergonha desse sistema.” No PT, Cardozo integra a corrente Mensagem ao Partido. O grupo não detém a hegemonia interna e cada vez mais se opõe à tendência Construindo um Novo Brasil, comandada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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