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» » » Senado aprovou nesta madrugada o relatório do senador Antonio Anastasia contra a presidente Dilma

Com 59 votos contra 21, o plenário do Senado aprovou nesta madrugada o relatório do senador Antonio Anastasia, do PMDB de Minas Gerais, julgando procedente a denúncia contra a presidente eleita democraticamente por 54,5 milhões de votos e afastada por processo capitaneado pelo PMDB e PSDB, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade.

O próximo passo é Dilmar ir a julgamento final pelo plenário do Senado.

O resultado não fugiu do esperado pelo governo do interino Michel Temer, vice-presidente da chapa oficial que ganhou as eleições com o projeto do PT e que manobrou de forma a tomar por golpe o poder. Segundo o mais que citado em delação premiada, Romero Jucá, senador do PMDB, o resultado esperado era que teriam cerca de 60 votos favoráveis pela admissão da pronúncia.

Depois da aprovação do texto, os senadores votaram três destaques propostos pelos senadores da oposição. O primeiro queria a retirada da denúncia da imputação de crime de responsabilidade por repasses não realizados ou realizados com atrasos pelo Tesouro Nacional ao Banco do Brasil, referentes ao Plano Safra, no exercício de 2015. Não foi acatado e o texto de Anastasia foi mantido por 58 a 22.

Os outros destaques se relacionavam a decretos de créditos suplementares sem autorização do Congresso Nacional, o primeiro de R$ 29,9 bilhões e o segundo de R$ 600 milhões. Os senadores rejeitaram os dois. O primeiro por 58 a 22 e o segundo por 59 a 21.

O próximo passo do processo é que acusação e defesa apresentarão, no prazo de 48 horas, respectivamente, o libelo acusatório e sua contrariedade, com até cinco testemunhas legais e mais uma extranumerária para cada uma das partes.

Na defesa de Dilma, José Eduardo Cardozo informou que vai utilizar as seis testemunhas. Na parte contrária, de acusação, Miguel Reale Jr comunicou que entregará em 24 horas o libelo acusatório e utlizará três testemunhas. A expectativa é que o julgamento final da presidente eleita e afastada, Dilma Rousseff, ocorra no final do mês de agosto.

Com a decisão do Senado, a presidente afastada virou ré no processo de impeachment. Na última etapa, após a apresentação dos depoimentos das testemunhas, os senadores decidirão pela condenação ou absolvição da presidente. Na fase final serão necessários 54 dos 81 senadores para confirmar o impedimento. As sessões de julgamento devem ser agendadas depois do dia 25 de agosto.


(Com informações da Agência Brasil)

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