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» » » » Contradizendo o Datafolha, pesquisa da CNI mostra que o medo dos brasileiros perderem o emprego é o maior em 17 anos

Um levantamento mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI) comprovou, nesta segunda-feira 18, a fraude estatística da pesquisa Datafolha divulgada neste fim de semana, que tenta legitimar o impeachment ao dizer que os brasileiros estão mais confiantes com a economia do País.
O estudo da CNI aponta que o medo do desemprego entre os brasileiros alcançou, em junho, o maior nível desde que começou a ser medido, em 1999, ou seja, um recorde de 17 anos. O indicador ficou em 108,5 pontos, tendo subido 1,9% ante a última medição, em março, e 4,2% ante junho de 2015.
Já segundo o Datafolha, a expectativa do brasileiro em relação ao desemprego, apesar de continuar negativa, melhorou consideravelmente – de 17 para 50 pontos – em relação a fevereiro desse ano, quando foi feita a última amostra, ainda sob o governo da presidente Dilma Rousseff.
Ainda assim, o mesmo Datafolha diz que 60% dos brasileiros acreditam que o desemprego irá aumentar, mesmo percentual para a alta da inflação. A pergunta que não quer calar: como é possível esperar alta de desemprego e inflação e ao mesmo tempo acreditar que a economia vai melhorar? (Com o 247)
Leia reportagem da Agência Brasil sobre o estudo da CNI:
Medo do desemprego é o mais alto em 17 anos, diz CNI
Mariana Branco – O medo do desemprego entre os brasileiros alcançou, em junho, o maior nível desde que começou a ser medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 1999.
Segundo pesquisa da CNI, no mês passado o indicador ficou em 108,5 pontos. O patamar é o maior da série histórica e só havia sido atingido antes em maio de 1999 durante a crise de desvalorização do real. O índice subiu 1,9% ante a última medição, em março, e 4,2% ante junho de 2015.
O levantamento da entidade apurou ainda o índice de satisfação com a vida dos entrevistados. O indicador ficou em 93,1 pontos em junho, melhorando em relação a março, quando havia caído a 92,4 pontos, patamar mais baixo desde 1999. Em relação a junho de 2015, a satisfação caiu 2,6%.
A pesquisa da CNI é realizada trimestralmente. Para auferir os dados divulgados nesta segunda-feira (18) foram ouvidas, entre 24 e 27 de junho, 2002 pessoas em 141 municípios.

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