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» » » » A taxa de desemprego no governo de Michel Temer será superior ao da época de FHC

A situação está ruim? O governo interino de Michel Temer (PMDB) avisa que a coisa ficará ainda pior até dezembro deste ano, quando o número de desempregados no país saltará de 11 milhões para 14 milhões. Ou seja, 3 milhões de pais de famílias ficarão fora do mercado de trabalho. Ou ainda 15% (na época de FHC era de 12,6%).
A projeção foi anunciada ontem (14) pelo secretário-executivo do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do governo interino, Moreira Franco, durante reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O neoliberalismo não produziu sequer um emprego em qualquer parte do mundo. Não iria ser diferente no Brasil, portanto.
O modelo econômico que Temer persegue é o mesmo que quebrou a Grécia e a Espanha, uma das maiores taxas de desemprego da Europa.
Para os escravocratas da Fiesp, porém, esses 14 milhões de desempregados não são mais do que “estoque de mão de obra” capaz de reduzir os salários e aumentar seus lucros para especulação no mercado financeiro.
Com essa quantidade de desempregados, dentro da lógica da oferta e da procura, é possível que o “Sistema S” consiga implementar a sonhada jornada de 80 horas semanais para os trabalhadores – com o apoio de Michel Temer, é óbvio.

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