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» » » A senadora Kátia Abreu (PMDB) ofereceu um jantar a presidente Dilma contra o impeachment

A senadora Kátia Abreu (PMDB) ofereceu na noite de terça-feira (12) um jantar a presidente eleita, Dilma Rousseff, na residência da parlamentar, em Brasília. Fiel da petista no processo do impeachment, a peemedebista substituiu o correligionário da mandatária, José Pimentel (PT-CE), na comissão que julga o impedimento.
Uma das declarações mais contundentes da peemedebista em apoio a Dilma aconteceu em maio deste ano, quando Kátia disse ter ficado entristecida com as acusações contra Dilma e que acompanharia a petista "no que acontecer".
“A popularidade vai e vem, mas a dignidade e a honra, se forem um dia, nunca mais retornarão. Tenho orgulho de estar do seu lado, de ser sua ministra, de ter a senhora como presidenta do Brasil. Confio na sua honestidade, no seu espírito público e tenho convicção do legado que a senhora vai deixar para o Brasil”, afirmo Kátia, ela, durante o lançamento do Plano Safra 2016/2017, que vai disponibilizar R$ 202,88 bilhões em recursos para produtores rurais. 
Uma perícia realizada por técnicos do Senado, entregue no último dia 27, à comissão do impeachment, em resposta a perguntas feitas pela defesa e pela acusação da presidente Dilma Rousseff, conclui que ela não praticou as chamadas "pedaladas fiscais".
O documento, assinado por três técnicos, observa que não houve ação de Dilma no atraso do repasse de R$ 3,5 bilhões do Tesouro ao Banco do Brasil para o Plano Safra, uma das acusações que constam no pedido de impeachment contra a presidente.
"Pela análise dos dados, dos documentos e das informações relativos ao Plano Safra, não foi identificado ato comissivo da Exma. Sra. Presidente da República que tenha contribuído direta ou imediatamente para que ocorressem os atrasos nos pagamentos", diz trecho do laudo.
O apoio de Kátia a Dilma, no entanto, pode prejudicar a congressista na batalha para retornar á presidência da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA). O setor é favorável ao afastamento de Dilma Rousseff.
Do 247

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