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» » » A balança comercial brasileira fechou o primeiro semestre com superávit de US$ 23,635 bilhões, maior valor na série histórica, iniciada em 1989

Com US$ 90,237 bilhões em vendas ao exterior e US$ 66,602 bilhões em importações, a balança comercial brasileira fechou o primeiro semestre com superávit de US$ 23,635 bilhões, maior valor na série histórica, iniciada em 1989 – o recorde era de 2007. Os resultados foram divulgados na tarde de hoje (1º) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (este último termo foi posto no lugar de "Desenvolvimento", por decisão do governo interino).
Com base na média diária, as exportações caíram 5,9% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Já as importações recuaram 28,9%.
Em 12 meses, a balança apresenta saldo de US$ 41,092 bilhões, resultado de US$ 187,042 bilhões em vendas e US$ 145,950 bilhões em compras no mercado externo. O ministério prevê fechar o ano com recorde de US$ 45 bilhões a US$ 50 bilhões. Também considerando a média diária, as exportações caem 10,1% e as importações, 29,6%.
Apenas em junho, o superávit foi de US$ 3,974 bilhões.
Uma das possíveis explicações para o resultado na primeira metade de 2016 é a desvalorização do dólar, cuja cotação caiu 18% no período.
De janeiro a junho, caiu a receita com exportações de petróleo em bruto (-38%), café em grão (-27,3%), minério de ferro (-24,4%), autopeças (-25%), motores para veículos e partes (-22,6%) e açúcar refinado (-15,4%), entre outros produtos. Aumentaram as vendas de milho em grão (100,7%), algodão em bruto (34,3%), carne suína (13,2%), soja em grão (9,3%), etanol (74,2%), tubos flexíveis de ferro/aço (34,3%), automóveis de passageiros (34,3%) e suco de laranja não congelado (18,4%).
Nas importações, o destaque é a queda de combustíveis e lubrificantes (-48,9%).
No recorte por mercado, recuaram as vendas para América Central e Caribe (-32,1%), Mercosul (-14,1%), Estados Unidos (-12%), África (-8,3%), Oriente Médio (-8%), União Europeia (-7,3%) e Ásia (-0,2%, mas com crescimento de 5% no caso da China), com alta de 0,3% para a Oceania.
Para as importações, as quedas foram mais expressivas: América Central e Caribe (-61,8%), África (-43,7%), Oceania (-40,9%), Ásia (-33,1%, sendo -34,2% para a China), Mercosul (-24,2%, e 25,2% no caso da Argentina), Estados Unidos (-23,3%), Oriente Médio (-22,9%) e União Europeia (-21,4%).
Os principais destinos das exportações brasileiras no primeiro semestre foram China (US$ 21 bilhões), Estados Unidos (US$ 10,7 bilhões), Argentina (US$ 6,5 bilhões), Países Baixos (US$ 4,7 bilhões) e Japão (US$ 2,4 bilhões). Já os principais países de origem das importações foram China (US$ 11,4 bilhões), Estados Unidos (US$ 11,2 bilhões), Alemanha (US$ 4,7 bilhões), Argentina (US$ 4,2 bilhões) e Coreia do Sul (US$ 3 bilhões).
Da RBA

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