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» » Sindicalistas defendem vender imóveis do INSS e liberar jogos de azar para o financiamento da Previdência No Brasil

Um aperto nas regras de concessão de isenções previdenciárias para entidades filantrópicas e a venda de imóveis do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são duas das medidas que serão discutidas nesta terça-feira, 28, entre governo e centrais sindicais, como uma tentativa de tapar o “rombo” da Previdência. O esforço da reforma previdenciária será apresentado, em Brasília, e, entre as mudanças, está a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem. Uma corrente dentro do Governo defende que, em 20 anos, a idade mínima passe para 70 anos.

“Desde quando faculdade privada é instituição filantrópica?”, questionou o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), defensor da proposta. Ele se reuniu, nessa terça-feira, com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, numa discussão preparatória. Essas medidas fazem parte de um conjunto de propostas apresentadas ao governo pelas centrais. Também faz parte da lista a ideia de cobrar contribuição previdenciária nas exportações do agronegócio – ideia que integra o rol de alternativas em análise pelo governo, conforme publicou o Estado na semana passada.


Os sindicalistas defendem também a regulamentação dos jogos de azar, com metade das receitas sendo destinadas à Previdência, a reversão da desoneração de folha salarial e a criação de um novo Simples, oferecendo incentivos que facilitem o pagamento de dívidas previdenciárias já inscritas, que somam R$ 236 bilhões. Padilha disse a Paulinho que essa proposta ainda está sendo examinada na Fazenda.

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