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» » » O senador Agripino Maia, presidente do DEM, é acusado de realização de operações suspeitas de R$ 15,9 milhões

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), que integra inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal, aponta indícios de que o senador Agripino Maia, presidente do DEM, teria recebido propina da OAS. O parlamentar do Rio Grande do Norte teria realizado operações suspeitas de R$ 15,9 milhões com a ajuda de parentes, assessores e empresas com as quais mantém ligação.

Em troca das propinas recebidas da OAS, Agripino teria ajudado na liberação de recursos do BNDES para a construtora, financiando os obras da Arena das Dunas, estádio da Copa do Mundo de 2014. De acordo com a Polícia Federal, a movimentação suspeita aconteceu "exatamente em épocas de campanhas eleitorais (2010 e 2014)", sendo outro indício de que as doações eleitorais podem ter sido uma "forma dissimulada de repasse de propina".

Os advogados do presidente do DEM entregaram uma petição a Luís Roberto Barroso, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal, alegando que as movimentações não são suspeitas, e dizendo, ainda que o valor viria de dividendos da rede de comunicação e de loteamentos de sua família.



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