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» » » O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles afirmou, que o BNDES deve atuar nas privatizações no Brasil

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve atuar não só com aportes financeiros, mas também "usando melhor a experiência técnica" do banco em projetos de concessão e privatizações no Brasil. 
"O BNDES deve atuar de forma decisiva em algo que é crucial, que é o processo de concessões e a retomada das privatizações. O banco pode expandir bastante a sua maneira e estrutura de trabalho dentro do processo de concessões e privatização. Deve ser aberta ao BNDES a oportunidade de usar toda a sua capacidade técnica e know-how, visando a trabalhar também na estruturação desses projetos, no aconselhamento de todos os órgãos envolvidos, de maneira que o banco possa colaborar de forma substancial nos projetos-executivos", disse Meirelles durante a cerimônia de posse da nova presidente do banco, Maria Silvia Bastos Marques.
O ministro da Fazenda disse também que não faltarão recursos ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), mesmo após o presidente interino Michel Temer ter anunciado o pagamento antecipado de R$ 100 bilhões ao Tesouro.
Na semana passada, Temer anunciou que o BNDES pagará R$ 40 bilhões à União no primeiro momento e, depois, serão duas parcelas de R$ 30 bilhões cada. No anúncio, o presidente interino já havia afirmado que isso não afetaria a capacidade do banco de fomento de financiar a produção.
Meirelles afirmou que o país precisa ter condições de atrair fontes privadas de financiamento de longo prazo. No mesmo evento, o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que o governo vai lançar medidas para melhorar a governança e transparência das empresas estatais brasileiras.
 A nova presidente do BNDES, por sua vez, afirmou que o País vive "o momento de repensar a trajetória do País" e que cabe ao banco financiar projetos em que o retorno social seja maior do que o retorno privado. "A sociedade questiona a alocação de recursos públicos escassos e a carga tributária, que não retorna em serviços públicos", afirmou na cerimônia da sua posse. Para ela, a sociedade requisita transparência e controle. "Essa demanda é em relação aos gastos públicos em geral e aos BNDES. Teremos atenção permanente", afirmou.
A executiva acrescentou que os recursos são escassos e as necessidades, ilimitadas, e por isso é preciso analisar o perfil de cada projeto. "Cabe ao BNDES financiar projetos cujos retornos sociais superem os privados, sem deixar de lado empresas sem fonte de longo prazo". Maria Silvia prometeu avaliar a pós-implementação de projetos para verificar o cumprimento de suas premissas. Segundo ela, serão levadas em consideração fontes privadas, como captações externas.
Do 247

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