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» » » Atirador do massacre nos Estados Unidos tinha duas licenças de arma de fogo. Ainda existem babacas que querem porte de arma para todos

Foto postada por Omar em suas redes sociais / Reprodução/MySpace
Na medida em que as primeiras investigações avançam, novos detalhes vão aparecendo sobre o responsável pelo ataque a uma boate gay, em Orlando, na madrugada deste domingo (12), que resultou em 50 mortes e deixou 53 pessoas feridas. O massacre começou às 2h e terminou às 5h, com a morte de Omar S. Mateen, o atirador. Natural da cidade de Porto St. Lucie, na Flórida, e filho de paquistaneses, Mateen tinha 29 anos, trabalhava como guarda de segurança e era cidadão norte-americano.
O governador da Flórida, Rick Scott, disse, em entrevista, que as investigações "ainda estão nos estágios iniciais" e que, portanto, ainda não é possível determinar com certeza a causa do ataque. "Vamos determinar oficialmente se é um crime de ódio ou um incidente de terrorismo ou mesmo se se trata de um crime violento, quando tivermos com todos os fatos levantados", disse.

Autoridades policiais, no entanto, mantêm a versão de que Mateen era um fanático que agiu inspirado na ideologia islâmica radical. Segundo os policiais, o atirador morava com sua irmã e o cunhado. Um banco de dados do estado da Flórida informou que Mateen tinha duas licenças de armas de fogo e uma licença de agente de segurança. As licenças iriam expirar em setembro de 2017.
Armado com um rifle e uma pistola, Matten atirou contra os frequentadores de clube noturno, na área central da cidade. Depois de um período em que tentou negociar com o atirador, a polícia decidiu entrar no local e atirou no homem. Após o episódio na boate, foi declarado estado de emergência na Flórida e em Orlando.
Massacre é um dos maiores da história norte-americana
O ataque que resultou na morte de cerca de 50 pessoas na boate Pulse, em Orlando, na Flória, já é considerado um dos maiores massacres da história Estados Unidos. Levando-se em conta o número de mortos, a tragédia na boate Pulse, na madrugada de hoje (12), só perde para os acontecimentos de 11 de setembro de 2001, quando aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas de Nova York. Além das mortes, o atirador deixou 53 pessoas feridas na casa noturna, que é voltada para o público LGBT.
Da Agência Brasil

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