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» »Unlabelled » Os números da economia brasileira em 2009


A economia é fundamental para definir o bem estar das pessoas, para gerar renda e emprego, para elevar o progresso das pessoas, das empresas e dos países. Enfim, a economia deve ser levada em conta em muitos aspectos das vidas das pessoas e das instituições porque é a essência da geração de recursos necessários para a continuidade da vida de todos com a mesma aparência que conhecemos atualmente. As vidas das pessoas sem as empresas, bancos, governos e outras instituições beirariam ao barbarismo. Todas as pessoas fazem as contas no final do mês ou do ano de quanto ganharam e muitas vezes fazem comparação com o ano anterior para verificar se ganharam mais ou ganharam menos. O mesmo ocorre com as empresas, governos, instituições em geral e países.


Como faz sempre, nos últimos dias Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números da economia brasileira referentes ao ano de 2009. Apesar dos esforços de muitas pessoas, a nossa economia não logrou fechar as contas no azul, muito embora para os padrões verificados na média dos outros países pareceu ser um ótimo resultado. O crescimento da economia brasileira em 2009 foi de -0,2%. Esse resultado foi proporcionado pela queda de 5,2% na agropecuária e 5,5% na indústria. Embora o setor de serviços tenha crescido 2,6% no ano passado. O valor total do PIB brasileiro foi de R$ 3,143 trilhões.


No setor industrial, as maiores quedas foram na indústria de transformação que caiu 7,0% e na construção civil que caiu 6,3%. No setor agropecuário, as maiores quedas foram na produção de trigo que caiu 16,0%, milho com queda de 13,5% e café com queda de 12,8%. No setor de serviços, que foi o setor que se saiu melhor na economia brasileira em 2009. Teve-se aumento de 6,5% nos serviços de intermediações financeiras, 5,1% em outros serviços, 4,9% em serviços de informação e 3,2% em serviços públicos.


A economia brasileira fechou o ano de 2009, pela ótica do valor adicionado, com os seguintes números: Agropecuária adicionou R$ 163,943 bilhões 5,22% do PIB), a indústria R$ 686,445 bilhões (21,84% do PIB), os serviços adicionaram R$ 1,852 trilhão à economia brasileira (58,91% do PIB) e os impostos sobre o produto adicionaram R$ 440,914 bilhões (14,03% do PIB). Pelo lado da demanda, no ano de 2009 a economia brasileira teve R$ 1,972 trilhão em consumo das famílias (62,8% do PIB), R$ 654 bilhões de consumo das administrações públicas (20,8% do PIB), os investimentos em formação bruta de capital e formação de estoques foi de R$ 518,95 bilhões (16,5% do PIB) e exportação menos importação de bens e serviços foi de -6,271 bilhões (-0,2% do PIB).


Os números da economia brasileira deveriam ter sido muito melhores se o setor privado tivesse cumprido a sua parte realizando investimentos e não demitindo funcionários. Os investimentos caíram 9,9% em comparação com o ano de 2008, enquanto que o consumo das famílias cresceu 4,1% e o do governo teve um aumento de 3,7%. Quando o crédito começou a ficar escasso as empresas pararam com os investimentos e passaram a produzir menos e a utilizar os estoques. Essas duas ações atuaram simultaneamente para diminuir o PIB. O ano de 2009 foi duro para alguns setores e bom para outros. Faltou a confiança das empresas no poder de recuperação do nosso país e também mais ousadia do governo. O que ele fez foi pouco, deveria ter feito mais. Entretanto, graças ao governo e à população, que continuou a consumir, que o nosso país não teve números muito piores no ano de 2009.

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11 comentários:

  1. Eu fiquei surpreso com a queda de 6,3% na construção civil, pois achei que ela estava indo a todo vapor.
    Obrigado pelas informações.
    Abraços

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  2. Olá amigo Francisco.
    Números interessantes. Espero que este ano os investimentos sejam mais adequados para conseguirmos um crescimento adequado em 2010.
    Só fico com receio de investimentos em ano de eleições...
    Forte abraço, Fernandez.

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  3. Eu tambem não sabia que os numeros na Const Civil cairam tanto, pq na verdade em 2009 vi muitos novos empreendimentos.

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  4. Olá,

    Excelente artigo!

    Parabéns ao Brasil, ao povo brasileiro e ao ótimo governo que o Lula tem feito ( Comprando-se com os outros governos, Claro, e não com a perfeição ).

    Grande Abraço;
    Lauro Daniel

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  5. Que Post Fantástico!
    AMIGO FRANCISCO CASTRO,
    Todas as vezes que leio os seus artigos fico imaginando o quanto deve ser prazeroso saber ler com profundidade todas essas estatísticas que você nos apresenta. Tema que eu não sei ler.
    Pelo sim, e pelo sim e sim. Continuo a parabenizar todos os cidadãos e empresários que incansavelmente constroem esse País.
    Alias, registre-se, todo esse montante de riquezas são geradas pelo povo brasileiro que ainda acreditando num futuro duradouro nutrem as esperanças investindo e envidando esforços para colocar seus filhos numa escola, numa faculdade. Instituições que hoje, padecem com a falta de repasses para a pesquisa, por falta de recursos financeiros para o digno exercício nobre da profissão, com destaque; professores, educadores, mestres, doutores, pesquisadores e cientistas brasileiros.
    O quadro poderia muito bem ser outro, ocorre, que, parte dos meios de comunicação a serviço do governo atual e de todos os que passaram, e até mesmo algumas instituições governamentais preferem enveredar pelo caminho do esconde esconde. Manipulam números e estatísticas para venderem a imagem do bem bom, enquanto prolifera o contingente de brasileiros sem perspectivas e sem horizontes.
    Mas, com tudo isso, continuo cheio de esperanças, e acredito no empresariado, no industrial, no professor e no trabalhador brasileiro.
    Parabenizo-o fervorosamente por mais um magnífico texto!
    Contagiou. Mexeu. Valeu.
    Abraços,
    LISON.

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  6. Que Post Fantástico!
    AMIGO FRANCISCO CASTRO,
    Todas as vezes que leio os seus artigos fico imaginando o quanto deve ser prazeroso saber ler com profundidade todas essas estatísticas que você nos apresenta. Tema que eu não sei ler.
    Pelo sim, e pelo sim e sim. Continuo a parabenizar todos os cidadãos e empresários que incansavelmente constroem esse País.
    Alias, registre-se, todo esse montante de riquezas são geradas pelo povo brasileiro que ainda acreditando num futuro duradouro nutrem as esperanças investindo e envidando esforços para colocar seus filhos numa escola, numa faculdade. Instituições que hoje, padecem com a falta de repasses para a pesquisa, por falta de recursos financeiros para o digno exercício nobre da profissão, com destaque; professores, educadores, mestres, doutores, pesquisadores e cientistas brasileiros.
    O quadro poderia muito bem ser outro, ocorre, que, parte dos meios de comunicação a serviço do governo atual e de todos os que passaram, e até mesmo algumas instituições governamentais preferem enveredar pelo caminho do esconde esconde. Manipulam números e estatísticas para venderem a imagem do bem bom, enquanto prolifera o contingente de brasileiros sem perspectivas e sem horizontes.
    Mas, com tudo isso, continuo cheio de esperanças, e acredito no empresariado, no industrial, no professor e no trabalhador brasileiro.
    Parabenizo-o fervorosamente por mais um magnífico texto!
    Contagiou. Mexeu. Valeu.
    Abraços,
    LISON.

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  7. Realmente o país tem tudo para deslançar. O grande problema é que já falta mão-de-obra até básica para ocupar os novos postos. Por mais incrível que possa parecer há carência de pessoas que saibam ler, expressar-se bem e que sejam capazes de realizar operações matemáticas simples (fonte IPEA).

    Mais uma prova de que só economia não faz um país.

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  8. Uma parte do setor privado foi influenciado pelo oba oba da imprensa e se deixou levar por previsões catastróficas. Esta parte deixou de lucrar com os resultados positivos anunciados.
    Outra parte resolveu aumentar o lucro reduzindo custos de mão de obra e demitindo. Esta parte também acabou tendo prejuízos por não ter tido tempo suficiente para treinar novos funcionários.
    Mas teve uma parte que arriscou, confiou e acabou lucrando muito.

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  9. Gosto muito dos artigos de ótima qualidade do seu Blog. Quando for possível dá uma passadinha para ver nosso Curso de Analista de Suporte. Melissa.

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  10. Casa do Rádio ressurge em BH depois de falência

    Para marcar o relançamento, o site www.casadoradio.com.br está no ar desde ontem

    Marta Vieira - Estado de Minas

    Publicação: 07/10/2011 06:00 Atualização: 07/10/2011 08:15



    Engolida 13 anos atrás por uma dura falência, a marca Casa do Rádio, fachada de uma das maiores redes de varejo de eletrodomésticos que atuou em Minas Gerais até o fim da década de 1990, ressurge com endereço próprio, agora, no comércio eletrônico. A iniciativa partiu da Selfshop Eletro, empresa especializada na venda de produtos de telefonia móvel, eletroeletrônicos e móveis, com 51 lojas físicas na Grande Belo Horizonte e na Bahia, e que expandiu para o chamado mercado de e-commerce em meados do ano passado. Mineira como a Casa do Rádio, a Selfshop quer tirar da antiga marca proveitos como a fidelidade do consumidor ao longo da parte bem-sucedida de sua história e a tradição do nome, ainda lembrado entre os 10 maiores concorrentes do segmento, informa Davi Santos Bomfim, diretor comercial da Selfshop.

    Para marcar o relançamento, o site www.casadoradio.com.br está no ar desde ontem oferecendo um estoque disponível de 950 itens e preços anunciados até 11% abaixo daqueles praticados pela concorrência, garante o novo empreendedor da marca. A Selfshop fechou um contrato de imagem para veicular o nome Casa do Rádio, em troca de pagamento de royalties pelo uso e faz uma aposta alta de dobrar, em seis meses, a sua atual receita de vendas pela internet, de R$ 70 milhões por ano. “A Casa do Rádio marcou uma era e tem plenas condições de criar uma conexão com a nossa empresa. Buscamos associar o conceito de credibilidade dessa marca, que se mantém na lembrança do consumidor, à nova imagem de inovação”, afirma David Bomfim.

    A intenção da Selfshop Eletro é oferecer no novo site da antiga marca mineira todos os produtos comercializados nas lojas físicas. O site que relançou a marca Casa do Rádio vai atuar numa linha parecida a da Selfshop, começando com o cartão de crédito como única forma de pagamento e parcelamentos em no máximo 10 meses. As políticas de ofertas diárias e prioridade para garantia estendida dos produtos também foram incorporadas no negócio. O valor do contrato de cessão da marca não foi divulgado. De acordo com a Selfshop não há nenhum relacionamento de parceria comercial com os proprietários da marca criada por Cornélio Rodrigues nos anos 1930.

    Memória

    Um reinado que ruiu

    Aberta em 1936 em Nova Lima, na Grande BH, a Casa do Rádio teve um reinado longo no varejo de produtos da linha branca até sofrer o primeiro baque com o congelamento de preços de mercadorias e serviços imposto pelo ex-presidente José Sarney, como parte da adoção do Plano Cruzado em fevereiro de 1986. À época, a rede comandada pelos irmãos Jairo e Humberto Rodrigues, este último morto em 2007, mantinha 54 pontos de venda no estado e 700 funcionários. A fragilidade financeira desaguou num pedido inevitável de concordata em maio de 1998, ante uma dívida acumulada de R$ 40 milhões. Pouco tempo depois, uma oferta da Casas Bahia parecia definir um outro destino para a Casa do Rádio, quando a grande rede baiana pagou R$ 20 milhões como sinal da compra de parte das ações da empresa mineira. O negócio ruiu, entretanto, e teve como resultado uma briga judicial. Em fevereiro de 2001, a Justiça mineira decretou a falência da Casa do Rádio.

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  11. Casa do Rádio ressurge em BH depois de falência

    Para marcar o relançamento, o site www.casadoradio.com.br está no ar desde ontem

    Marta Vieira - Estado de Minas

    Publicação: 07/10/2011 06:00 Atualização: 07/10/2011 08:15



    Engolida 13 anos atrás por uma dura falência, a marca Casa do Rádio, fachada de uma das maiores redes de varejo de eletrodomésticos que atuou em Minas Gerais até o fim da década de 1990, ressurge com endereço próprio, agora, no comércio eletrônico. A iniciativa partiu da Selfshop Eletro, empresa especializada na venda de produtos de telefonia móvel, eletroeletrônicos e móveis, com 51 lojas físicas na Grande Belo Horizonte e na Bahia, e que expandiu para o chamado mercado de e-commerce em meados do ano passado. Mineira como a Casa do Rádio, a Selfshop quer tirar da antiga marca proveitos como a fidelidade do consumidor ao longo da parte bem-sucedida de sua história e a tradição do nome, ainda lembrado entre os 10 maiores concorrentes do segmento, informa Davi Santos Bomfim, diretor comercial da Selfshop.

    Para marcar o relançamento, o site www.casadoradio.com.br está no ar desde ontem oferecendo um estoque disponível de 950 itens e preços anunciados até 11% abaixo daqueles praticados pela concorrência, garante o novo empreendedor da marca. A Selfshop fechou um contrato de imagem para veicular o nome Casa do Rádio, em troca de pagamento de royalties pelo uso e faz uma aposta alta de dobrar, em seis meses, a sua atual receita de vendas pela internet, de R$ 70 milhões por ano. “A Casa do Rádio marcou uma era e tem plenas condições de criar uma conexão com a nossa empresa. Buscamos associar o conceito de credibilidade dessa marca, que se mantém na lembrança do consumidor, à nova imagem de inovação”, afirma David Bomfim.

    A intenção da Selfshop Eletro é oferecer no novo site da antiga marca mineira todos os produtos comercializados nas lojas físicas. O site que relançou a marca Casa do Rádio vai atuar numa linha parecida a da Selfshop, começando com o cartão de crédito como única forma de pagamento e parcelamentos em no máximo 10 meses. As políticas de ofertas diárias e prioridade para garantia estendida dos produtos também foram incorporadas no negócio. O valor do contrato de cessão da marca não foi divulgado. De acordo com a Selfshop não há nenhum relacionamento de parceria comercial com os proprietários da marca criada por Cornélio Rodrigues nos anos 1930.

    Memória

    Um reinado que ruiu

    Aberta em 1936 em Nova Lima, na Grande BH, a Casa do Rádio teve um reinado longo no varejo de produtos da linha branca até sofrer o primeiro baque com o congelamento de preços de mercadorias e serviços imposto pelo ex-presidente José Sarney, como parte da adoção do Plano Cruzado em fevereiro de 1986. À época, a rede comandada pelos irmãos Jairo e Humberto Rodrigues, este último morto em 2007, mantinha 54 pontos de venda no estado e 700 funcionários. A fragilidade financeira desaguou num pedido inevitável de concordata em maio de 1998, ante uma dívida acumulada de R$ 40 milhões. Pouco tempo depois, uma oferta da Casas Bahia parecia definir um outro destino para a Casa do Rádio, quando a grande rede baiana pagou R$ 20 milhões como sinal da compra de parte das ações da empresa mineira. O negócio ruiu, entretanto, e teve como resultado uma briga judicial. Em fevereiro de 2001, a Justiça mineira decretou a falência da Casa do Rádio.

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