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Senadora pede a convocação ministro da Justiça, Alexandre Moraes, ao Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) protocolou nesta segunda (26) requerimento para convocar ministro da Justiça, Alexandre Moraes, que adiantou neste domingo (25) fase sigilosa da Lava Jato durante comício do PSDB.

“Teve a semana passada e esta semana vai ter mais, podem ficar tranquilos. Quando vocês virem esta semana, vão se lembrar de mim”, afirmou ontem o ministro, denunciando o caráter eleitoral da operação da PF desta manhã que prendeu o ex-ministro Antônio Palocci.

“Protocolei agora pela manhã um requerimento de convocação do ministro da Justiça Alexandre de Moraes para que ele compareça à Comissão de Constituição e Justiça do Senado para explicar o uso político da PF”, disse a parlamentar.
O ministro participou ontem de um comício do PSDB na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, onde antecipou que haveria “mais Lava Jato esta semana”.
Segundo a senadora do PCdoB, a PF e as investigações da Lava Jato, mais do que nunca correm grande risco. (Do Blog do Esmael)

O governo de Michel Temer começa a ser derrubado também pela Globo

Responsável direta pelo golpe parlamentar de 2016, a Globo soltou, neste domingo, seu primeiro disparo contra o governo Michel Temer, no "Domingão do Faustão" 
"Então, o país que mais precisa de educação faz uma reforma com cinco gatos pingados que não entende porra nenhuma, que não consulta ninguém e aí, de repente, tira a educação física, que é fundamental na formação do cidadão", disse o apresentador, para aplausos dos presentes no estúdio.
"Aí, quando você percebe, um país como esse, que tem uma saúde de quinta [categoria], não tem segurança, não tem emprego, não tem respeito a profissões básicas. O país que não respeita professor, pessoal da polícia e pessoal da área de saúde e um país que não oferece o mínimo ao seu cidadãos", completou Faustão.
Assista aqui:
Neste domingo, numa nova entrevista, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos articuladores do golpe, também afirmou que Temer corre o risco de não chegar a 2018.
O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi usado e cuspido nesse processo, também ameaça revelar, no seu livro que será lançado em dezembro, o que todos sabem: o impeachment foi uma conspiração parlamentar.
Até agora, o governo Temer tem-se mostrado incapaz de encaminhar as reformas prometidas e seus sócios no projeto de tomada de poder começam a desembarcar.
Esse movimento alimenta, nas redes sociais, a tese do "golpe dentro do golpe". Temer começaria a apanhar agora, mas só seria derrubado em 2017, evitando, assim, o risco de eleições diretas – que teriam o ex-presidente Lula como favorito. Nesse cenário, o atual Congresso, manchado pela corrupção, escolheria um novo presidente pela via da eleição indireta. (Com o 247)
A esse respeito, confira o que postou Tico Santa Cruz:
Parece que minha tese não é lá tão absurda assim. 

Quando o Faustão começa a descer o pau no Governo Temer no horário nobre da Globo, é porque o sinal verde foi dado para sangrar o golpista! A imprensa de modo geral já começa a oferecer uma postura mais firme contra o Vampiro. 
Isso será de forma pontual até o fim de 2016.
A partir das primeiras horas de 2017 que Michel Temer aguarde o chumbo grosso que virá de todos os lados. Está cada vez mais evidente que ele será derrubado para que o Congresso faça eleições indiretas! 
Aguardem...

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão chama de "incapaz" ou "irresponsável" Alexandre de Moraes

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão chamou de "incapaz" ou "irresponsável" seu sucessor na pasta, Alexandre de Moraes, por ter antecipado neste domingo 25, durante evento de campanha do tucano Duarte Nogueira em Ribeirão Preto (SP), a 35ª fase da Operação Lava Jato, que prendeu Antonio Palocci.
"Esta semana vai ter mais, podem ficar tranquilos. Quando vocês virem esta semana, vão se lembrar de mim", declarou Moraes no ato de Nogueira, que é adversário político de Palocci no município. O ex-ministro do governo Lula preso hoje já foi prefeito de Ribeirão Preto.
Para Aragão, Moraes foi "incapaz porque estaria a brincar com coisa séria. Um ministro não pode se manifestar de empolgação em campanha, entregando ao público assuntos sigilosos de sua pasta". "Ou irresponsável, porque, no momento em que vivemos, autoridades públicas não devem provocar clamores. Devem, isto sim, acalmar a população", completou, em declaração à jornalista Isadora Peron, do Estado de S. Paulo.
Aragão disse ainda que a declaração do ministro da Justiça do governo Temer "dá margem à suspeita de que ele, governo, e a Lava Jato, estão agindo de comum acordo com finalidade política". "Fico só imaginando se, quando ministro, eu desse uma declaração desse teor, o que aconteceria. O mundo vinha abaixo", afirmou.
Parlamentares petistas têm nomeado a Lava Jato de "Operação boca de urna", por ter como objetivo influenciar nas eleições municipais contra o PT. Na fase anterior, na semana passada, o ex-ministro Guido Mantega foi preso em um hospital, enquanto acompanhava a esposa em uma cirurgia, o que foi amplamente criticado por juristas. (Com o 247)

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, divulgou antecipadamente a prisão do ex-ministro Antonio Palocci

O ex-ministro Antonio Palocci foi preso durante a 35ª da Operação Lava Jato. O nome desta nova etapa é Omertà.
Ontem, em Ribeirão Preto (SP), cidade de Palocci, o ministro da Justiça Alexandre de Moraes fez campanha por Duarte Nogueira, do PSDB, e antecipou que haveria "mais Lava Jato" nesta semana.
"Teve a semana passada e esta semana vai ter mais, podem ficar tranquilos. Quando vocês virem esta semana, vão se lembrar de mim", disse ele, que é filiado ao PSDB. Duarte Nogueira é o principal adversário político de Palocci na cidade.
Para o PT, o governo começa a usar a Polícia Federal com fins eleitoreiros, em plena campanha municipal.
São cumpridos 45 mandados judiciais nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e no Distrito Federal. São 27 de busca e apreensão, três de prisão temporária, e 15 de condução coercitiva.
 Além de Palocci, a PF prendeu também seus dois principais assessores na Fazenda e na Casa Civil, Juscelino Dourado e Branislav Kontic.
As investigações estão relacionadas ao grupo Odebrecht. "Há indícios de que o ex-ministro atuou de forma direta a propiciar vantagens econômicas ao grupo empresarial nas mais diversas áreas de contratação com o Poder Público, tendo sido ele próprio e personagens de seu grupo político beneficiados com vultosos valores ilícitos", diz nota da PF.
As investigações apontam ainda que dentre as negociações estão tratativas entre o grupo Odebrecht e o ex-ministro para a tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009, que resultaria em imensos benefícios fiscais, aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a empresa tinha relações comerciais, além de interferência em licitações da Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da camada pré-sal. (Com o 247)

Leia, abaixo, reportagem da Reuters a respeito:
Ex-ministro Antonio Palocci é preso em nova fase da Lava Jato 
Reuters - O ex-ministro Antonio Palocci foi preso nesta segunda-feira pela Polícia Federal em nova fase da operação da Lava Jato, que investiga suspeita de relação criminosa do petista com o grupo Odebrecht em negociações envolvendo a Petrobras, o BNDES e o Congresso Nacional.
Palocci foi ministro da Fazenda do governo Lula e ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma.
De acordo com uma fonte ligada à operação, o ex-ministro foi preso em São Paulo nesta manhã como parte dos três mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça no âmbito da 35ª fase da Lava Jato, intitulada Omertà, segundo a PF, em referência à origem italiana do codinome que a construtora usava para fazer referência a Palocci.
De acordo com a Polícia Federal, há indícios de que o ex-ministro atuou de forma direta visando propiciar vantagens econômicas à Odebrecht em diversas áreas de contratação com o poder público, tendo sido ele próprio e membros de seu grupo político beneficiados com valores ilícitos.
"Nesta fase da operação Lava Jato são investigados indícios de uma relação criminosa entre um ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda com o comando da principal empreiteira do país. O investigado principal atuou diretamente como intermediário do grupo político do qual faz parte perante o Grupo Odebrecht", disse a PF em comunicado, sem citar Palocci nominalmente.
As investigações apontaram, segundo a PF, tratativas entre a Odebrecht e o ex-ministro para a aprovação de um projeto de lei sobre benefícios fiscais, além de aumento da linha de crédito junto ao BNDES para um país africano com a qual a empresa tinha relações comerciais e a interferência no processo de licitação da Petrobras para a aquisição de 21 navios sonda para a exploração de petróleo na camada pré-sal.
Além da prisão temporária de Palocci e de mais duas pessoas, estão sendo cumpridos nesta segunda-feira 15 mandados de condução coercitiva e 27 de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, de acordo com a PF.
Na semana passada, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, também dos governos Lula e Dilma, chegou a ser preso na 34ª fase da Lava Jato, sendo liberado no mesmo dia. 
(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

O ministro da Justiça é acusado pelo PT de usar a Polícia Federal para fins eleitorais

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) utilizaram as redes sociais neste domingo (25) para denunciar uma suposta instrumentalização da Polícia Federal e da Operação Lava-Jato para influenciar nas eleições municipais de 2 de outubro.
As declarações dos dois petistas fazem referência ao fato de que o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, anunciou durante um ato de campanha no PSDB em Ribeirão Preto (SP) que a Lava Jato vai voltar às ruas na próxima semana.
“Ministro da Justiça sabe agora com antecedência as operações da PF na Lava Jato? Pode isso? Cadê a autonomia da PF? Só funcionou com Dilma e Lula”, resumiu a senadora paranaense no microblog Twitter, questionando uma possível utilização das estruturas da PF em benefício de candidatos de Moraes e de seu partido, o PSDB.
Gleisi sustenta ainda que só nos governos dos ex-presidentes Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff a Polícia Federal tinha autonomia.
Já o deputado Pimenta foi mais incisivo, no mesmo Twitter, denunciando que o governo de Michel Temer usa a Polícia Federal contra o PT e aproveitando-se de uma alegada seletividade da força-tarefa da Operação Lava Jato: “Descarada ameaça do Ministro da Justiça revela seletividade criminosa da lava jato. Golpistas usam PF para #BocaDeUrna contra o PT.”
Moraes antecipou que a força-tarefa vai atuar em breve durante um evento de campanha de Duarte Nogueira, candidato tucano à Prefeitura de Ribeirão.
 A cidade é base política do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), do PT.
"Teve a semana passada e esta semana vai ter mais, podem ficar tranquilos. Quando vocês virem esta semana, vão se lembrar de mim", disse, insinuando que a Lava Jato poderá passar pela cidade na véspera do primeiro turno das eleições municipais. (Do 247)

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que o governo de Michel Temer pode acabar antes de 2018

 Um dos principais articuladores do golpe parlamentar de 2016, que será revelado em detalhes no livro de Eduardo Cunha, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu uma entrevista à jornalista Daniela Lima, na qual fez uma ameaça velada a Michel Temer, ao dizer que talvez ele não chegue a 2018.
"Temer tem noção de seu momento histórico. Tem que fazer coisas que não são populares, tomar decisões que podem não agradar, sobretudo às corporações. O desafio é chegar ao outro lado, 2018. Mas só vai chegar se tivermos um horizonte de esperança", disse ele.
O "só vai chegar" deixa claro que há a possibilidade de queda antes disso – até porque o PSDB ainda move a ação no Tribunal Superior Eleitoral que pede a cassação da chapa Dilma-Temer. Se a decisão acontecer em 2016, o Brasil terá eleições diretas ainda neste ano. Se ficara para 2017, o Brasil terá o "golpe dentro do golpe", com um novo presidente escolhido por eleições indiretas.
Na entrevista, FHC diz que as ruas podem ganhar a presença dos atingidos pela crise, no que seria "perigoso" para Temer.  "Os assolados pela crise ainda não se manifestaram. Quem esteve na rua antes foi outro tipo de gente e quem está agora é militância. Com essa grande massa não houve conexão. Pode haver? Pode. É perigoso? É", admite.
Ele reconhece que o quadro econômico é tão grave – o golpe colocou mais de 1,6 milhão de pessoas na rua – que dificilmente deste governo irá brotar um candidato viável.
"Hoje, a situação é de tal gravidade que será preciso ter continuidade durante anos para restabelecer a confiança não só nacional, mas internacional, no funcionamento da economia. E isso não vai dar bônus", diz ele, referindo-se a uma eventual candidatura de Henrique Meirelles.
Sobre as denúncias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, FHC disse não querer "jogar pedra". (Do 247)

Para colunista da Folha de São Paulo, a Lava Jata ganha aval de instância superior para ser tribunal de exceção

O jornalista Janio de Freitas avalia que a Lava Jato ganhou aval do Tribunal Regional Federal da 4a. Região para se converter em tribunal de exceção a posição da defesa do ex-presidente Lula a respeito.
"Esse é o auxílio que o país recebe de um tribunal do Sul, quando os fatos fora do comum se multiplicam e parecem não ter fim: a cada dia, o seu espetáculo de transgressão", diz Janio.
"Isso se deu porque o Tribunal Regional Federal da 4a Região (Sul) precisou decidir se aceitava o pedido, feito por 19 advogados, de 'processo administrativo disciplinar' contra o juiz Sergio Moro. O pedido invocou 'ilegalidades [de Moro] ao deixar de preservar o sigilo das gravações e divulgar comunicações telefônicas de autoridades com privilégio de foro [Dilma]'. Parte das gravações, insistiu o pedido, foram interceptações 'sem autorização judicial'", lembra Janio.
Como o TRF-4 deu aval a procedimentos fora do que a lei permite, fica criado, na visão de Janio, o tribunal de exceção. "Fazem-se entendidos os abusos de poder, a arrogância, os desmandos, o desprezo por provas, o uso acusatório de depoentes acanalhados, a mão única das prisões, acusações e processos: Tribunal de Exceção." (Com o 247)

Mais uma conta que Michel Temer paga do impeachment: Ele vai contratar grupo de direita para defender o governo nas mídias sociais

Chegou ao Palácio do Planalto mais uma conta do impeachment. Quem passa a fatura agora é o Movimento Brasil Livre (MBL), de Kim Kataguiri, que negocia com emissários de Michel Temer uma espécie de contrato para defender a pauta do governo nas redes sociais. As tratativas foram objeto de nota na coluna da jornalista Mônica Bérgamo, na Folha, neste sábado.
A informação dá conta de que o MBL, fundamental na organização das manifestações que deram sustentação popular ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), vai tentar tornar palatável pelo menos duas pautas espinhosas para o governo: a reforma da Previdência e a flexibilização das Leis do Trabalho.
O trabalho, claro, não deverá sair de graça.
A primeira reunião do MBL com o governo aconteceu na quinta (22) entre um dos líderes do movimento, Renan Santos, e Moreira Franco, secretário do Programa de Parcerias de Investimentos do governo. Franco mas ocupa espaço cada vez maior na área da comunicação de Michel Temer, substituindo Eliseu Padilha, da Casa Civil.
Um novo encontro está marcado pode ocorrer na próxima semana, desta vez com as agências de publicidade que detêm a conta do governo.
A coluna cita um integrante do governo dizendo que a ideia é aproveitar a expertise de mobilização, a sensibilidade e o fato de o MBL estar sentindo o pulso das ruas para que eles ajudem a formular uma política de comunicação das propostas, especialmente nas redes sociais.
Renan Santos diz não saber ainda se haverá encontro com o governo na próxima semana, mas afirma que não acha "má ideia" o MBL ajudar a administração federal, "se for no sentido de apoiar as reformas e desde que elas não sejam abrandadas pela pressão de alguns grupos". (Do 247)

A reforma da Previdência vai exigir que o cidadão contribua 45 ou 50 anos para ter direito a se aposentar

Por Fernando Brito, do Tijolaço
Claro que vai ter outro “desmentido”. Ou outro “Temer recua”. Ou “é boato”.
Conversa fiada.
Vão “cozinhar o galo”, enquanto as pessoas não começando a achar que “piorar menos” é o mesmo que melhorar.
Mas alguém acha que a Folha ia tirar do nada a manchete que diz que a reforma da Previdência vai exigir que o cidadão contribua 45 ou 50 anos para ter direito a se aposentar.
Para ter direito ao benefício integral, o trabalhador precisará somar 45 ou 50 anos de contribuição —por meio de carteira assinada ou contribuição individual. Esse tempo ainda não foi definido.
As regras constam da proposta de emenda constitucional concluída pela equipe responsável pela reforma e ainda será encaminhada ao presidente Michel Temer, que prometeu enviá-la ao Congresso antes das eleições municipais, marcadas para o dia 2 de outubro.

45 ou 50 anos de contribuição!
Desculpem, mas só um canalha, tendo se aposentado aos 55 anos de idade, pode propor uma coisa destas.
Será que o verme moral que escreveu uma proposta destas sabe alguma coisa da vida ou está vem assentado no seu emprego estável de alto funcionário?
Será que este (desculpem de novo, mas eu escrevo para me expressar, não para me esconder) desalmado que propõe um “troço” destes não sabem que as pessoas, quando chegam aos 55/60 anos são mandadas embora do emprego e não conseguem outro, se tiverem ocupações humildes?
Se o cidadão é pedreiro, começou a trabalhar aos 18  anos, vão querer ele na empreiteira aos 60? Ainda vão faltar pelo menos 5 anos para a idade mínima  de 65 anos e oito para ele completar os 50 anos de contribuição! O que faz este homem? Vai se humilhar pedindo esmolas, vai ser ambulante, vai pedir aos filhos de vida modesta que o sustentem e ainda paguem seu INSS?
E não é só com os pobres, não. A classe média imbecil que lotou a Paulista espere para ver se vai manter seu emprego com 65, 68 anos…
O senhor Henrique Meirelles, que ganhou aos 57 anos uma aposentadoria milionária do Bank Boston, acha que todo mundo tem essa “boca rica” de de US$ 750 mil anuais?
Escrevam o que estou dizendo, essa gente vai apanhar na rua, ou mandar a PM jogar spray de pimenta nos velhinhos.
E além de desgraçados, desalmados, desumanos, monstruosos  – tá difícil segurar o palavrão merecido! – ainda são, sabe o quê?
Burros, porque vão quebrar de  vez o INSS com a corrida para se aposentar  que estão promovendo com esse terrorismo que fazem para ver se conseguem aprovar a metade do mal que pretendem.

A “Lei Alexandre Frota” para a educação, publicada por Michel Temer, retira matérias muito importantes para os estudantes

Batizada como “Lei Alexandre Frota”, a Medida Provisória que retira disciplinas obrigatórias, assinada pelo ilegítimo Michel Temer (PMDB), foi publicada nessa sexta (23) no Diário Oficial da União. 
A reforma no ensino leva o nome do ator de filme pornô porque ele, após o afastamento de Dilma Rousseff, esteve no Ministério da Educação sugerindo essas mudanças ao ministro Mendonça Filho (DEM).
O texto final que altera a política do ensino médio no país amplia a carga horária (de 800 para 1.400 horas anuais), para algumas escolas, e retira Artes e Educação Física da lista de disciplinas obrigatórias.
O texto foi divulgado em edição extra do Diário Oficial da União e modifica trechos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996), com efeitos imediatos e duração de 120 dias. Para continuar válido, precisa passar pelo Congresso nesse período.
Português e Matemática continuam nos três anos de ensino médio. Inglês também deve estar no currículo, mas não necessariamente em todos os anos, enquanto outras línguas estrangeiras são optativas. Outras disciplinas obrigatórias só serão definidas após análise do Conselho Nacional de Educação, homologada pelo Ministério da Educação. A Base Nacional Comum Curricular começará a ser debatida em outubro, de acordo com o MEC.
A princípio, secretarias estaduais de Educação deverão indicar um número de escolas para participar do programa. Cada unidade que aderir ao projeto vai receber R$ 2 mil por aluno ao ano, segundo o Planalto. Conforme o texto, a União fica obrigada a repassar recursos aos estados e ao Distrito Federal “desde que cumpridos os critérios de elegibilidade estabelecidos nesta Medida Provisória”.
Somente parte da grade será igual para todos os estudantes. Depois, cada aluno poderá seguir “itinerários formativos específicos”. As opções ainda serão definidas por sistemas de ensino, mas a ideia é que sigam cinco áreas de conhecimento ou de atuação profissional: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.
Ainda segundo a MP, os conteúdos cursados durante o ensino médio serão registrados como créditos e poderão ser usados quando o estudante chegar ao ensino superior. Se as disciplinas forem semelhantes, não precisarão ser cursadas novamente.
Ensino básico
Artes e educação física continuam nos currículos do ensino infantil e do ensino fundamental. A Medida Provisória permite que, na educação escolar básica, sejam professores os profissionais com notório saber reconhecido pelos respectivos sistemas de ensino “para ministrar conteúdos de áreas afins à sua formação”. Com informações da Agência Brasil, da Agência Senado, do Portal Brasil e do Consultor Jurídico.

Leia as críticas da comunidade escolar ao “decreto” de Temer:

Procurador da Lava Jato diz que os Estados Unidos foram colonizados por cristãos e o Brasil por criminosos

Do Viomundo:
 Em O Maluco Solitário e o Ministério Público, Maria Cristina Fernandes traça um interessante perfil do procurador Deltan Martinazzo Dallagnol nesta sexta-feira, 23, no Valor Econômico.
A jornalista faz um balanço das palestras que o integrante da Força Tarefa da Lava Jato tem feito pelo Brasil em defesa das 10 medidas anticorrupção propostas pelo MPF ao Congresso.
“O coordenador da Lava Jato tem uma interpretação culturalista da história. Acha que foi a colonização portuguesa quem legou a corrupção à terra natal. Quem veio de Portugal para o Brasil foram degredados, criminosos. Quem foi para os Estados Unidos foram pessoas religiosas, cristãs, que buscavam realizar seus sonhos, era um outro perfil de colono“.
A própria jornalista ironiza Dallagnol: “O espírito cristão dos colonizadores americanos não os impediu de dizimar a população nativa, colecionar genocídios em sua política externa e conviver com o pesadelo de uma Casa Branca ocupada por Donald Trump. Mas o ex-estudante de Harvard só trouxe admiração pelas instituições americanas. O mesmo fascínio alimenta em muitos de seus compatriotas a ilusão de que o Brasil seria uma grande Amsterdã se os holandeses não tivessem sido expulsos. Não cogitam o Brasil como uma versão ampliada da África do Sul”.
O óbvio analfabetismo político e histórico do procurador nos permite, no entanto, localizar o “pecado original” brasileiro que ele pretende remediar: a falta de cristianismo, ou do tipo “certo” de cristianismo.
Não foi o escravismo, a concentração de terras, a contínua pilhagem da colônia pelos interesses econômicos de Portugal que fez do Brasil o que é: não, foi a falta de “pessoas religiosas, cristãs”.

É fato: O Nordeste está com o ex-presidente Lula

Lula está morto e acabado? Será preso? Será condenado e excluído da disputa presidencial de 2018? Muitas dessas questões têm sido colocadas desde que ele teve sua denúncia aceita pelo juiz Sergio Moro, que poderá fechar a Lava Jato com a condenação àquele que o Ministério Público considera "o chefe do esquema".
No entanto, a uma denúncia que Lula considera de natureza política, e não técnica, ele deu uma resposta também política. Caiu nos braços do povo e foi tratado com idolatria, como uma espécie de Padre Cícero, agarrado e cultuado pela população.
Por mais que as oligarquias políticas sonhem com a sua exclusão do processo sucessório em 2018, uma questão ficará pendente: o que dizer a tantos brasileiros que o consideram o melhor presidente da história? (Com o 247)
Leia, abaixo, balanço da assessoria do ex-presidente Lula:
Lula encerrou nesta sexta-feira (23) mais uma visita ao Nordeste. Participou de atividades de campanha eleitoral em sete cidades – BarbalhaCratoIguatu,FortalezaNatalRecife e Ipojuca -, em três estados – Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Deu duas entrevistas para emissoras de rádio, tirou milhares de fotos, conversou com dezenas de candidatos a vereador, autoridades, militantes e populares.
Em todos os lugares denunciou o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e a ilegitimidade do governo Temer. Defendeu-se da verdadeira caçada judicial e midíatica que vem sofrendo. Apontou os desmandos da Operação Lava Jato, em especial a violência da ação policial contra o ex-ministro Guido Mantega e sua esposa. Fez campanha aberta para os candidatos a prefeito e a vereador do PT e de outros partidos, quando arrastou dezenas de milhares de pessoas para comícios e passeatas.
Mas, principalmente, provou, mais uma vez, do carinho e da emoção que lhe dedicam os nordestinos. Em todos os lugares por onde passou, Lula foi alvo de manifestações de apoio, de solidariedade e de gratidão pelo que fez no Nordeste em seus oito anos de governo.
Evidentemente, nada disso apareceu na grande imprensa. Mas as imagens correram diariamente na internet através de transmissões ao vivo via Facebook - tiveram milhões de pessoas alcançadas e centenas de milhares de visualizações  e das dezenas de fotografias distribuídas na rede.
Tudo isso na semana em que Lula era alvo de mais um ataque da Operação Lava Jato e a dias das eleições municipais. Mas também ao mesmo tempo em que sindicalistas de todo o mundo lançavam a campanha#EstamosComLula.
A força do alcance que a campanha pode obter acaba de ser demonstrada pelos nordestinos. “Lula, seu maior escudo é o povo”, estava escrito em um cartaz levantado por um popular no comício de Barbalha, Ceará. Para quem não cessa de declarar que Lula está acabado, uma imagem fala mais que mil palavras.
Como as que aparecem abaixo e nos vídeos que estão à disposição para quem não viu na página de Lula no Facebook:
Lula abraçado pelo povo, em Barbalha (CE).
Lula sendo recebido pelo povo, em Barbalha (CE). Foto: Ricardo Stuckert Foto: Ricardo Stuckert
O abraço carinhoso em Fortaleza (CE). Foto: Ricardo Stuckert 
Na cidade de Iguatu (CE), Lula vai ao encontro do povo. Foto: Ricardo Stuckert. 

Lula visita a cidade de Iguatu (CE). Foto: Ricardo Stuckert.

O carinho ao ex-presidente Lula veio também do povo de Natal (RN). Foto: Ricardo Stuckert.  

Em Recife (PE), o povo quer chegar perto para expressar o carinho ao ex-presidente. Foto: Ricardo Stuckert. 
Lula é abraçado pela multidão em Recife (PE). 

Lula com a multidão em Recife (CE). Foto: Ricardo Stuckert. 
"Lula, seu maior escudo é o povo". Barbalha (CE). Foto: Ricardo Stuckert.

Em crítica à Lava Jato, o ministro Gilmar Mendes diz que país que busca um salvador não merece ser salvo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes fez críticas aos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, que nesta quinta-feira 22 prendeu o ex-ministro Guido Mantega em um hospital na capital paulista.
"Sou cético quanto a salvadores, sejam políticos ou promotores públicos. Como já se disse antes, um país que precisa de salvadores não merece ser salvo", declarou. Para Gilmar, a medida contra Mantega foi "um tanto indevida", segundo a coluna da jornalista Sonia Racy.
A prisão do ex-ministro da Fazenda do governo Lula e Dilma, após um depoimento do empresário Eike Batista, de que ele teria pedido uma colaboração de R$ 5 milhões para o PT, sem qualquer contrapartida com contratos da Petrobras, foi duramente questionada por vários juristas.
Ontem, Gilmar Mendes já havia dito que a prisão, que foi revogada pelo juiz Sérgio Moro horas depois, "constrangeu a todos". Quando foi abordado pela equipe da Polícia Federal, no âmbito da 34ª fase da Operação Lava Jato, Mantega acompanhava a esposa em cirurgia contra um câncer.
Gilmar lembrou ainda que há hoje no País 700 mil pessoas presas, metade delas por ordem provisória, e que isso é muito grave e injusto. "Se eu tivesse autoridade e alguma missão, eu começaria por uma reforma na Justiça criminal", afirmou, destacando, porém, a importância da Lava Jato. (Com o 247)

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirma que o presidente da Petrobras, Pedro Parente, praticou crime de lesa-pátria

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou nota em dura crítica à venda de 90% da unidade de gasodutos Nova Transportadora Sudeste (NTS) da Petrobras para um grupo de investidores estrangeiros, liderados pela canadense Brookfield Infrastructure Partners (BIP), confirmada nesta sexta-feira 23. A negociação foi fechada em torno de US$ 5,2 bilhões.
Os petroleiros acusam Pedro Parente, presidente da estatal, de crime de lesa-pátria. A venda, diz a nota, é "mais um crime da gestão Pedro Parente contra o patrimônio público". "A estatal, assim como qualquer outra operadora, será obrigada a pagar o preço que a Brookfield e seus parceiros exigirem, pois não existem outros gasodutos na região", alerta a entidade.
"Da mesma forma que aconteceu nas privatizações das distribuidoras do Sistema Elétrico, vai sobrar para a população pagar essa conta", continua o texto. Os petroleiros acreditam que "a venda da NTS, assim como a da BR Distribuidora e da Liquigás, acelera o desmonte da Petrobras como uma empresa integrada de energia".
Do 247 

Leia a íntegra do comunicado:
Entregar gasodutos do país a investidores estrangeiros é crime de lesa-pátria
O Conselho de Administração da Petrobrás aprovou mais um crime da gestão Pedro Parente contra o patrimônio público. A Nova Transportadora do Sudeste (NTS), subsidiária responsável pelo escoamento de 70% do gás natural do país, foi vendida para um grupo de investidores estrangeiros, liderados pela canadense Brookfield Infrastructure Partners (BIP).
A maior e mais lucrativa malha de gasodutos da Petrobrás terá 90% de seu controle nas mãos de um fundo de investimento multinacional, que monopolizará o transporte do gás natural no sudeste brasileiro. A estatal, assim como qualquer outra operadora, será obrigada a pagar o preço que a Brookfield e seus parceiros exigirem, pois não existem outros gasodutos na região. Soma-se a isso o crescimento cada vez maior da produção nos campos do Pré-Sal, cujas jazidas estão justamente no Sudeste.
Da mesma forma que aconteceu nas privatizações das distribuidoras do Sistema Elétrico, vai sobrar para a população pagar essa conta. Além do consumo doméstico, o gás natural é utilizado pela indústria e cada vez mais presente na matriz energética, através das termelétricas. Perde o país, perde a indústria nacional e perde o consumidor.
Além disso, a venda da NTS, assim como a da BR Distribuidora e da Liquigás, acelera o desmonte da Petrobrás como uma empresa integrada de energia. No rastro, virão outros ativos estratégicos, como já aconteceu com Carcará. Pedro Parente anunciou, inclusive, a intenção de privatizar também a Transpetro e as refinarias. Podemos perder muito mais ainda se a Câmara dos Deputados Federais aprovar o PL 4567/16, que tira da Petrobrás a operação do Pré-Sal, bem como a participação mínima de 30% em cada campo que vier a ser licitado.
Estamos, portanto, diante da liquidação do maior patrimônio nacional. O desmonte da Petrobrás será o desmonte do país. Os petroleiros têm travado imensas batalhas para impedir que esse crime se consolide. Essa, no entanto, é uma luta que não venceremos sozinhos. Ou a sociedade se levanta contra a entrega da Petrobrás e do Pré-Sal ou o Brasil perderá de vez o seu futuro.
Informação já havia "vazado" para a mídia
A venda da NTS para o grupo Brookfield já havia sido noticiado pela mídia há mais de 15 dias. O jornal Valor chegou a revelar que a informação privilegiada foi obtida através de "uma fonte com conhecimento da transação". Em nota divulgada no dia 09 de setembro, a FUP questionou a relação promíscua que a atual direção da Petrobrás vem mantendo com a mídia:
"Desde que assumiu a presidência da Petrobrás, Pedro Parente vem recorrendo à imprensa para anunciar propostas e ventilar intenções em relação à empresa e até mesmo aos trabalhadores. Não foi à toa que escolheu a dedo para assessora-lo uma jornalista da área econômica que já passou por veículos como Veja, Folha, Estadão, O Globo e Valor, jornal onde assinava uma coluna até pouco tempo atrás", destacou a FUP.
"Usar a mídia como canal de apoio ao projeto de desmonte da Petrobrás, apesar de questionável, é uma estratégia da gestão da empresa. O que é inadmissível é a imprensa ter acesso a decisões internas da companhia, inclusive, aquelas que são relevantes para o mercado e que deveriam obedecer às regras de confidencialidade. É ainda mais preocupante o fato da mídia divulgar como certa uma transação comercial que sequer foi submetida à decisão do Conselho de Administração", declarou a Federação na época.