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O jornalista Luis Costa Pinto diz que o João Doria é um "cretino patológico"

O jornalista Luis Costa Pinto fez nesta terça-feira, 25, duras críticas ao prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), que está em viagem à China. Em sua página no Facebook, Costa Pinto chamou Doria de "cretino patológico", ao compartilhar reportagem da Exame que relata que assessores do prefeito tucano pediram que chineses fizessem o gesto da vitória com a mão e gritassem "Acelera", o slogan de Doria.
"Doria é um cretino. Isso todos sabemos. Mas dizer que Doria é um cretino era, até aqui, apenas uma forma de xingá-lo. Creio, contudo, que há algo mais grave: Doria, na verdade, é um cretino patológico. Isso muda o problema de patamar e demanda internação - a dele e a de quem acha que esse cretino patológico pode ir além do que a Prefeitura de São Paulo que já elegeu para o cargo outras excrescências como Celso Pitta e Jânio Quadros, por exemplo", afirmou o jornalista Luis Costa Pinto. (Do 247)

O jornalista William Waack ficará afastado do Jornal da Globo por tempo indeterminado

William Waack ficará afastado do Jornal da Globo por tempo indeterminado. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde a última quinta-feira (20), quando passou mal. Na sexta, recebeu quatro stents, tubinho metálico que desobstrui artérias entupidas por gordura. O quadro do jornalista é mais grave do que se imaginava na Globo.

Na quinta e na sexta, Waack foi substituído por Carlos Tramontina _e a audiência do Jornal da Globo até cresceu. A edição exibida no início da madrugada desta terça (25) foi apresentada por Renata LoPrete, sua substituta oficial, que estava em férias na semana passada.

Procurados, Globo e Sírio-Libanês não se manifestaram sobre a situação de William Waack até a conclusão deste texto.

O titular do Jornal da Globo foi submetido a um cateterismo na sexta-feira. "O cateterismo pode ter duas funções: diagnóstico ou tratamento. O exame diagnóstico consiste em avançar um cateter por dentro de uma artéria até chegar no coração, e lá injetar contraste. Artérias levam o sangue do coração a algum lugar. Quando a pessoa tem doença coronária, as artérias vão se entupindo e o espaço disponível para a passagem do sangue diminui", explica Ibraim Masciarelli Pinto, cardiologista e presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).
"Se sobra mais da metade do vaso [livre para passagem do sangue], geralmente o caso recebe tratamento clínico, a pessoa fica em observação. Se o entupimento é maior, você pode avaliar se o caso precisa de revascularização. Pode ser feita por cirurgia ou stent", continua.

"O stent é o cateterismo terapêutico. O médico pega uma artéria da perna, chega até o coração e avança um balãozinho por dentro. Em cima desse balão tem um tubinho metálico, o stent. O catéter chega até o ponto que está entupido e solta o stent. Ele esmaga a placa de gordura que estava entupindo o vaso e limitando a passagem do sangue. O stent esmaga essa placa e restaura o espaço para o sangue passar", conclui o médico. (Do Notícias da TV)






Editor sofre ataques do MP-RJ por fazer críticas a evento em que fundador do MBL falou sobre segurança

O evento organizado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) com a presença do Procurador Geral do Estado e painéis sobre “desencarceramento mata”, “bandidolatria”, além das reflexões de Kim Kataguiri, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), acerca da segurança pública no país repercutiu amplamente no meio jurídico. 
Brenno Tardelli, diretor de redação no Justificando, publicou um artigo na oportunidade com o título: “Finalmente, um evento que honra o Ministério Público”, onde tecia duras críticas ao pensamento autoritário que, na sua visão, está vigente na instituição:
“Fico muito feliz em saber que finalmente o Ministério Público organizou um evento à altura de seu trabalho em desfavor da população. Quem conseguiu a proeza do sincericídio foi a sucursal do Rio de Janeiro que chamou seus melhores think tanks para brindar-nos todos com brilhantismo de suas análises sobre a bandidolatria, o democídio e com reflexões de Kim Kataguiri sobre segurança pública. Para quem não conhece muito a instituição, trata-se de uma excelente oportunidade de entender bem de perto o chorume generalizado que escorre da boca de promotores e promotoras de justiça todos os dias”, afirmou na publicação. 
O artigo foi recebido com impacto. Em nota, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) afirmou que as críticas ao evento sobre “Segurança Pública como Direito Fundamental” revelam “inaceitável preconceito intelectual”. Além disso, para a instituição “a democracia deve ser praticada diariamente e não apenas utilizada como recurso retórico. É merecedora de veemente repúdio toda e qualquer discriminação de pensamento, porque reduz à condição de inimigo quem ousa pensar de modo diverso”.
Ocorre que, em razão do artigo, diversos promotores e promotoras de justiça utilizaram de seus perfis individuais para tecer críticas pessoais ao diretor de redação, além de ofender pessoalmente seu pai e sua namorada. Em publicações com ampla repercussão, promotores divulgaram fotos da vida pessoal de Brenno para desqualificá-lo, além de expor foto de terceiras pessoas. 
Postagens públicas de promotores de justiça passaram a trazer fotos pessoais do diretor de redação do Justificando. Além disso, foto de sua namorada e publicações ofensivas a seus familiares se espalharam pelas redes sociais.
O comportamento de retaliação por promotores de justiça de quem criticou duramente o evento também atingiu a professora de Direito Penal da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Luciana Boiteux, que fez um post em sua página no Facebook criticando os rumos da instituição e questionando o evento.
No caso da professora, a manifestação de seu pensamento gerou ofensas pessoais por parte do representante do Ministério Público, Marcelo Rocha Monteiro, que falou publicamente que ela seria “defensora de bandidos”. Nos comentários feitos por amigos no post do Procurador – ainda no ar – há ainda outras ofensas como, por exemplo, “feminazi” e “abortista”. Em resposta, Luciana fez uma publicação denunciando o baixo nível de debate e contou com a solidariedade de grande parte da comunidade jurídica e acadêmica.
Com relação ao editor do Justificando, diversos juristas organizaram uma nota de solidariedade e de repúdio aos ataques pessoais em razão da crítica no artigo. “Brenno Tardelli foi alvo de ataques, inclusive de ordem pessoal, em razão de sua postura sempre crítica em favor da liberdade e das garantias fundamentais, notadamente em razão de seu artigo”, denuncia a nota.
Juristas signatários, dentre os quais o Advogado e Doutor em Direito Leonardo Isaac Yarochewsky, o Professor Titular de Direito Processual Penal da UFPR, Jacinto Nelson de Miranda Coutinho, e o Advogado criminalista Alberto Zacharias Toron afirmaram ainda que “Independentemente de estar “certo” ou “errado” – isso não importa aqui – os ataques perpetrados contra o articulista Brenno Tardelli assaltam a liberdade de expressão indispensável e fundamental na democracia. A liberdade de expressão, incluída como liberdade de pensamento, está ao lado da liberdade de opinião, de culto, de ensino, de crença e organização religiosa. De tal modo, a liberdade de pensamento deve ser atendida como a soma de todas as liberdades citadas. Distinguida, por isso, como a liberdade primária da qual derivam as demais, neste particular”.
No Rio de Janeiro, as professoras da Universidade Federal do estado, Carol Proner e Juliana Neuenschwander Magalhães, e em São Paulo,⁠⁠⁠⁠ as professoras da PUC, Adriana Ancona de Faria, Marcia Pelegrini e Ana Amélia Camargos também assinaram a nota.
Também assinam a nota juristas renomados como, por exemplo, o Professor emérito da PUC/SP Celso Antônio Bandeira de Mello, o Professor titular da Unisinos e UNESA e ex-Procurador de Justiça no Ministério Público do Rio Grande do Sul, Lênio Luiz Streck, e o ex-ministro da Justiça e ex-Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo.
Leia a nota na íntegra
“Nota de repúdio em favor de Brenno Tardelli
Nós abaixo-assinados comprometidos com a legalidade democrática, com os direitos e garantias fundamentais que norteiam o Estado Democrático de Direito, viemos repudiar os ataques injustificáveis e vis sofridos pelo advogado e diretor de redação do “Justificando” Brenno Tardelli.
Brenno Tardelli foi alvo de ataques, inclusive de ordem pessoal, em razão de sua postura sempre crítica em favor da liberdade e das garantias fundamentais, notadamente em razão de seu artigo intitulado “Finalmente, um evento que honra o que é o Ministério Público” (http://justificando.cartacapital.com.br/2017/07/19/finalmente-um-evento-...). No referido artigo Tardelli critica evento promovido pelo MPRJ sobre “Segurança Pública com direito fundamental”. Nota-se que o referido evento foi duramente criticado por vários juristas, inclusive do MP, que são verdadeiramente comprometidos com o Estado Democrático de Direito.
Contudo, independentemente de estar “certo” ou “errado” – isso não importa aqui – os ataques perpetrados contra o articulista Brenno Tardelli assaltam a liberdade de expressão indispensável e fundamental na democracia.
A liberdade de expressão, incluída como liberdade de pensamento, está ao lado da liberdade de opinião, de culto, de ensino, de crença e organização religiosa. De tal modo, a liberdade de pensamento deve ser atendida como a soma de todas as liberdades citadas. Distinguida, por isso, como a liberdade primária da qual derivam as demais, neste particular.
Não é demais salientar que o direito penal e processual penal de garantias – que o evento do MPRJ ataca – é inerente ao Estado de direito uma vez que as garantias penais e processuais penais constituem, no dizer sempre lúcido Raúl Zaffaroni, ‘a essência da cápsula que encerra o Estado de polícia, ou seja, são o próprio Estado de direito’.
No Estado de direito é inadmissível, intolerável e inaceitável – como pretende aqueles que atacam Brenno Tardelli – flexibilizar direitos e garantias individuais em nome do combate deste ou daquele delito. A investigação, a acusação e o julgamento devem ser orientados pelos princípios do devido processo legal, do contraditório, da ampla defesa, da presunção de inocência, do juiz imparcial, da proibição de prova ilícita, da proporcionalidade etc.
Assim sendo, nós abaixo-assinados repudiamos veementemente o atentado à democracia, ao direito constitucional da liberdade de expressão que foi atacada na pessoa de Brenno Tardelli, em nome do autoritarismo e de propostas draconianas”.
Assinam a nota:
Leonardo Isaac Yarochewsky – advogado, mestre e doutor em ciências penais (UFMG)
Jacinto Nelson de Miranda Coutinho – Professor Titular de Direito Processual Penal da UFPR.
Rômulo de Andrade Moreira – Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia e Professor de Direito Processual Penal da Faculdade de Direito da Universidade Salvador – UNIFACS
Alberto Zacharias Toron – Doutor em Direito Penal pela USP. Advogado Criminalista.
Fabio Tofic Simantob – Advogado Criminalista e Presidente do Instituto de Defesa ao Direito de Defesa (IDD).
Celso Antônio Bandeira de Mello – Professor Emérito da Puc/SP.
Cristiano Zanin Martins – Advogado de Lula, especialista em direito processual civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é sócio do escritório Teixeira, Martins & Advogados.
Valeska Teixeira Martins  Advogada de Lula, é membro efetivo da comissão de direito aeronáutico da OAB de São Paulo e sócia do escritório Teixeira, Martins & Advogados.
Pedro Estevam Serrano – mestre e doutor em Direito do Estado pela PUC/SP com pós-doutorado pela Universidade de Lisboa. Professor de Direito Constitucional da PUC-SP. Advogado.
Weida Zancaner – Especialista e Mestre em Direito Administrativo pela PUC/SP
Rafael Valim – Doutor e Mestre em Direito Administrativo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Professor de Direito Administrativo da PUC/SP.
Fabiano Silva dos Santos – advogado e mestre e doutorando em Direito pela PUC/SP
Ernesto Tzirulnik – Advogado e Doutor em Direito FDUSP.
Bruno Salles Ribeiro – Advogado Criminalista.
Luis Carlos Moro – Advogado e secretário geral da Associação Americana de Juristas
Luciano Rollo Duarte – Advogado
Marco Aurélio de Carvalho – Advogado
José Francisco Siqueira Neto – Advogado, Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo e diretor da Universidade Presbiteriana Mackenzie de 2013/2016
José Eduardo Cardozo – Advogado, ex-Ministro de Estado da Justiça, ex-Advogado Geral da União
Marcelo Nobre – Advogado
Fernando Fernandes – Advogado criminalista e Doutor em ciência política
Anderson Bezerra Lopes – Advogado Criminalista
Gisele Cittadino – Doutora em Ciência Política. Professora Associada da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Alfredo Copetti Neto – Doutor em Teoria do Direito e da Democracia pela Università degli Studi Roma Tre e Professor Adjunto de Teoria do Direito da Universidade Estadual do Paraná (UNIOESTE)
Antonio Eduardo Ramires Santoro – Professor Titular do IBMEC/RJ; professor adjunto da FND/UFRJ e do PPGD/UCP
Paulo Ferrareze Filho – Doutorando em Direito (UFSC). Mestre em Direito (UNISINOS/RS). Professor de Psicologia Jurídica (AVANTIS). Advogado.
Eduardo Januário Newton – Defensor Público do estado do Rio de Janeiro. Mestre em direitos fundamentais e novos direitos pela UNESA.
Djefferson Amadeus – Mestre em Direito e Hermenêutica Filosófica (UNESA-RJ), bolsista Capes, pós-graduado em filosofia (PUC-RJ), Ciências Criminais (Uerj) e Processo Penal (ABDCONST).
Alberto Sampaio de Oliveira Junior – Advogado Criminalista.
Rubens Casara – Doutor em Direito, Juiz de direito do TJRJ e professor convidado da FIOCRUZ.
⁠⁠⁠⁠⁠Marcia Pelegrini –  advogada, mestre e doutora em Direito do Estado e professora da PUC/SP
Ana Amélia Camargos – Advogada e professora PUC/SP
Maurício Zockun – Advogado, Doutor e Livre-docente em direito administrativo pela PUC/SP; Mestre em direito tributário pela PUC/SP; Professor de direito administrativo na PUC/SP
Alexandre Morais da Rosa – Doutor em Direito (UFPR). Professor de Direito na Universidade Federal de Santa Catarina e na Univali. Juiz de Direito no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
Lênio Luiz Streck – Professor titular da Unisinos e UNESA. Ex-Procurador de Justica no Ministério Público do RS e Advogado.
Flávio Crocce Caetano – Advogado e Professor da PUC -SP
Carol Proner – Professora de Direito Internacional da UFRJ
⁠⁠⁠⁠Adriana Ancona de Faria -Doutora em Direito Constitucional e Professora de Direito Administrativo na PUC/SP.  
Jefferson de Carvalho Gomes – Advogado. Mestrando em Direito UCP. Pesquisador do Núcleo de Direito e Psicanálise da UFPR.
Thiago M Minagé – Doutorando e Mestre em Direito pela Universidade Estácio de Sá/RJ. Professor na UFRJ/FND, UNESA, EMERJ e ABDConst-Rio.
Thiago Fabres de Carvalho – Doutor e Mestre em Direito. Professor na Faculdades de Direito de Vitória, FDV e na Universidade Federal do Espírito Santo.
Otavio Pinto e Silva – Advogado e Professor da Faculdade de Direito da USP
Marcio Sotelo Felippe – Procurador do Estado de São Paulo, exerceu o cargo de Procurador-Geral do Estado de 1995 a 2000.
Rodrigo Machado Gonçalves – Professor Assistente de Direito Processual Penal e Prática Jurídica Penal da FND/UFRJ, do Centro Universitário La Salle e da UCAM/Centro, Advogado Criminalista.
Ricardo Lodi Ribeiro – Professor de Direito Financeiro da UERJ
Renato Afonso Gonçalves – Advogado e Mestre pela PUC/SP
Bárbara Bastos – Advogada
Pedro Henrique Viana Martinez – Advogado Criminalista
Juliana Neuenschwander Magalhães – Professora Titular de Sociologia Jurídica e História do Direito na Faculdade de Direito da UFRJ
Marcelo Neves – Professor Titular de Direito Público da Faculdade de Direito da UnB, Ex-Conselheiro do CNJ e Advogado.
Igor Leone – diretor executivo do Justificando.
André Zanardo – diretor executivo do Justificando.
Salah H. Khaled Jr. – Professor Doutor de Direito na Universidade Federal do Rio Grande.
Átila da Rold Roesler – Juiz do Trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.

Geraldo Prado – Professor Doutor de Direito Processual Penal na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Apresentador da Globo morre de parada cardíaca

Morreu nesta segunda-feira, em viagem de férias a Portugal, o jornalista Artur Almeida, apresentador do telejornal local da Globo em Minas Gerais. Almeida tinha 57 anos e sofreu uma parada cardiorrespiratória.

Além de ancorar, Artur Almeida era editor-chefe do MGTV 1ª edição e trabalhava na TV Globo Minas há mais de 20 anos. Ele deixa mulher e três filhas.

Pesquisa do instituto Ipsos mostra que Michel Temer é considerado ruim ou péssimo por 85% dos brasileiros

Levantamento do instituto Ipsos mostra que Michel Temer, primeiro ocupante da Presidência a ser denunciado por corrupção no exercício do mandato, é considerado "ruim" ou "péssimo" por 85% da população brasileira.
Segundo dados divulgados pelo colunista Lauro Jardim, do Globo, o percentual de reprovação de Temer subiu 1% em relação a junho e é o pior desempenho de Temer aferido pelo instituto, que publica o levantamento desde 2005.
Apenas 2% da população, provavelmente parte da elite financeira que lucra com a política econômica do governo, considera Temer "ótimo" ou "bom". A pesquisa foi feita com 1.200 pessoas e a margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos.
Denunciado pela Procuradoria Geral da República pelo crime de corrupção passiva, Michel Temer tem agravado ainda mais a situação econômica do País, ao turbinar a liberação de emendas parlamentares para deputados que irão votar a autorização da denúncia de Rodrigo Janot. Apenas nas primeiras três semanas de julho, Temer liberou mais emendas do que em todo o primeiro semestre deste ano (Com o 247). 

Além de Michel Temer, os caciques do PMDB possuem 24 inquéritos na justiça


Às vésperas da votação no plenário da Câmara da denúncia contra o presidente Michel Temer, o PMDB vê o cerco contra a cúpula do partido se fechar. Seis senadores e dois dos principais aliados do presidente já são alvo de 24 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) e um deles, o senador Valdir Raupp (RO), já é réu numa ação penal. Boa parte das investigações foi autorizada este ano pelo Supremo, três anos após a Lava-Jato ter revelado o loteamento da Petrobras para servir a três partidos — PT, PMDB e PP.

Temer foi denunciado por corrupção passiva e é investigado por obstrução à investigação e participação em organização criminosa. Para a Procuradoria-Geral da República, o presidente recebeu propina do Grupo JBS e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures agiu como intermediário. A aceitação da denúncias depende do voto de 342 deputados, e a votação está marcada para o próximo dia 2. Desde que o caso foi revelado, Temer nega as acusações. 

Sérgio Reis é o deputado com mais emendas pagas pelo governo de Michel Temer em 2017

No aniversário de um ano do golpe contra Dilma Rousseff, em 13 de maio, um grupo de deputados e ministros festejou com Michel Temer num restaurante de Brasília. Na ocasião, o cantor e deputado Sérgio Reis (PRB/SP) entoou o clássico sertanejo “O menino da porteira” para aplausos dos presentes naquela noite.
Reis também tem motivos para festejar na Câmara. Ele é o deputado com mais emendas pagas pelo governo em 2017. Foram R$ 8,4 milhões no total, segundo levantamento feito por The Intercept Brasil com base nos dados do site Siga Brasil. De acordo com o mesmo levantamento, os dez deputados com mais emendas pagas em 2017 receberam um total de R$ 72,5 milhões. A maioria deles, alinhado com o governo. Só em 2017 já foram liberados cerca de R$ 1,5 bilhão de reais a 737 deputados com e sem mandato.
Puxando a fila, Sérgio Reis teve um total de sete emendas pagas pelo governo neste ano. Em fevereiro, houve um pagamento de R$ 252.607,99 destinado a apoio e manutenção de unidades de saúde para o estado de SP. Para o mesmo fim, outras quatro emendas totalizando R$ 2.965.541,91 foram liberadas em março. Em junho, o valor das emendas do deputado cresce, e o governo paga mais duas que, somadas, chegam a R$ 5.188.383,49 também para a área da saúde. Ao todo, no primeiro semestre, foram liberados R$ 8.406.533,39. (Com o 247)

Eu digo em verso e poesia: Se Lula for preso e puder se candidatar, eu nunca votei em preso, mas dessa vez eu vou votar

Dilma Rousseff afirma que o país que os governos do PT tirou da miséria, agora, com o governo Temer, é desmontado

A presidente eleita Dilma Rousseff voltou a defender nesta segunda-feira, 24, a realização de eleições gerais diretas como a única saída para a crise política e econômica que assola o País. 
"No Brasil, sem eleição direta, não se pode construir legitimidade para fazer as reformas reais – não essas que estão aí", afirmou Dilma em entrevista à rádio Tabajara, da Paraíba. A presidente eleita criticou o golpe parlamentar que a depôs do Palácio do Planalto.
"Eles deram o golpe porque perceberam que por quatro eleições perderam, e são nas eleições presidenciais que se discute projeto de país. Decidiram dar o golpe porque não poderiam aplicar o modelo deles por via de eleições. Agora estão acabando com o Bolsa Família, reduziram em 800 milhões, reduziram o número de famílias em 1 milhão. Em momento de crise, em que tinha que aumentar os benefícios, reduziu o número de famílias. A mágica que fizeram foi da exclusão", afirmou Dilma, arrematando: "O país que tiramos do mapa da fome hoje vemos ser desmontado".
Ao falar da reforma trabalhista, sancionada por Michel Temer, Dilma enfatizou que pela primeira vez em 70 anos se tira a proteção do lado mais fraco da relação entre patrão e empregado. "O que é a regulação do mercado de trabalho? É equilibrar essa relação. Não é pender para um lado, mas garantir que o lado mais fraco tenha a necessária proteção. Pergunto quais são os indicadores de que isso leva ao aumento do emprego, melhoria da atividade econômica, ampliação da demanda. As evidências mostram o contrário. Estudos do BC, do FMI, mostram que não há correlação, não há relação positiva entre reforma trabalhista, desregulamentação do mercado de trabalho e aumento do empregos", afirmou. 
"Acredito que a democracia é a coisa mais importante que nós temos. Sempre que o Brasil teve democracia, ele cresceu. Sempre que a democracia foi reduzida, o Brasil perdeu. Nós precisamos de processo de eleições diretas sem casuísmo, sem tirar ninguém do pleito. O Brasil precisa se reencontrar, precisa de um pacto por baixo, alguém eleito pelo povo", disse a presidente 
Lula candidato 
Durante a entrevista à rádio Tabajara, Dilma criticou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro. "O juiz foi muito pautado por aquele procurador que dizia não ter provas, mas convicções. Aí você cria situação perigosa, porque não se pode romper com o princípio básico da democracia, de que todos são iguais perante a lei. Quando você cria um único que não é igual, você entra no perigoso terreno do fascismo", afirmou.
A presidente eleita defendeu o direito de Lula disputar as eleições. "Sou a favor que agora outrem governe o país. Atualmente, tenho um candidato do meu coração e da minha razão. É o Lula, nosso querido nordestino Lula". "Lula não sofreu só com abuso de autoridade, mas acho que está em curso em relação ao Lula é o lawfare. É um paralelo com a guerra. A guerra quer destruir o inimigo fisicamente, mas no mundo democrático ocorre o uso da lei como arma para destruir do ponto de vista civil uma pessoa. Julga, condena, pune e tira as condições morais e éticas dela se construir e se colocar politicamente. Ela tem como decorrente a justiça do inimigo. Você não quer julgar, quer destruir."
Com 247

O MBL virou Movimento da Boquinha Livre

O Movimento Brasil Livre (MBL), que ajudou a promover o golpe contra a presidente Dilma Rousseff, agora vem ocupando gradativamente cargos comissionados em diversas cidades do país. No ano passado, lideranças do movimento se lançaram como candidatos em diversas cidades do Brasil e apoiaram candidatos a prefeitos. Hoje, líderes dos movimentos ocupam cargos comissionados em municípios como Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Caxias do Sul (RS) e São José dos Campos (SP), segundo aponta reportagem da Folha de S. Paulo.
"Alguns jovens envelhecem rápido: Folha de hoje mostra que MBL montou cabide de empregos em prefeituras do PSDB, PMDB e DEM", criticou o líder do Movimento dos Trabalhadores sem teto (MTST, Guilherme Boulos, no Twitter. Também no Twitter, o jornalista George Marques, sugeriu que o MBL deveria passar a se chamar "Movimento da Boquinha Livre".
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o coordenador do MBL Kim Kataguiri diz que que as indicações para os cargos comissionados foram técnicas e não políticas. Segundo ele, o MBL tem como objetivo levar "pessoas com capacidade para a máquina pública". "O que a gente critica é o cabide de emprego", afirmou.
A afirmação, porém destoa da postagem feita pelo integrante do MBL e ex-candidato a vereador pelo DEM Ramiro Zinder que agradeceu, no Facebook, ter se tornado uma "liderança política" graças ao movimento. Em fevereiro, ele ocupava um outro cargo, na Secretaria de Educação, na administração do prefeito Gean Loureiro (PMDB).
No ano passado, gravações revelaram que o MBL recebeu apoio financeiro e logístico de partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff, como o PMDB e o Solidariedade. Em uma das gravações, um dos coordenadores nacionais do MBL, afirma ter fechado o apoio com partidos para os protestos contra o governo Dilma e para "usar as máquinas deles também". (Do 247)

O Michel Temer quer um misturador de imagem para que a imagem de Rocha Loures com dinheiro desapareça



Do Blog do Amarildo

Bancada evangélica da Câmara dos Deputados quer o perdão das dívidas das igrejas

Foto: Agência Câmara
É destaque na coluna de Mônica Bergamo, nesta segunda (24), que a Câmara deve derrubar uma emenda ao Refis (programa de renegociação de dívidas com o governo) elaborada pela bancada evangélica, que dispensa igrejas de pagar impostos sobre remessas ao exterior.
Segundo a colunista, "no limite", a emenda ainda prevê a possibilidade até mesmo de devolução de impostos já pagos, sendo considerada um "exagero" em termos de privilégios pelo próprio governo, apesar da preocupação em agradar a bancada.
Hoje, igrejas com atividades fora do Brasil - a maioria, em países na África e Europa - pagam 25% de Imposto de renda e 0,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financieras) quando os valores são "de caráter missionário ou evangelizador".
Além da emenda da isenção, a bancada apresentou outro dispositivo que ainda livra não só dos impostos, mas também do pagamento de contribuições, além de terem de ser perdoadas por todas as dívidas do passado.
"Há uma estimativa de que pelo menos 12 delas [igrejas] caíram na malha final, algumas com multas superiores a R$ 50 milhões. Se o Refis for aprovado [com as emendas da bancada evangélica], serão todas perdoadas", apontou Bergamo.
A jornalista ainda lembrou que , em 2015, quando Eduardo Cunha presidia a Câmara, uma lei foi aprovada para que igrejas deixassem de pagar contribuições sobre a remuneração dos pastores, as chamadas prevendas. "Mas havia divergências e a Receita continua autuando as organizações religiosas", acrescentou. (Do GGN)

Chefe da Lava Jato afirma que queriam apenas derrubar a presidente Dilma Rousseff, e não o fim da corrupção

O procurador Carlos Fernando Lima, um dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, constatou que a motivação de muitas pessoas que apoiavam a operação era apenas derrubar a presidente Dilma Rousseff, e não o fim da corrupção.
"Infelizmente muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma e não o fim da corrupção. Agora que Temer conseguiu com liberação de verbas, cargos e perdão de dívidas ganhar apoio do Congresso, o seu partido deseja acabar com a sua investigações. Mas, mesmo com todas as articulações do governo e de seus aliados, as investigações vão continuar por todo país", escreveu ele, em seu Facebook.
Em outra postagem, o procurador também criticou o deputado Fábio Ramalho, por defender, em entrevista ao Estado de S. Paulo, o fim da Lava Jato. (Com o 247)
Leia abaixo:
A LAVA JATO REALMENTE NÃO CONCLUIU SUAS INVESTIGAÇÕES, mas ao contrário do que deseja o Estadão e o deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), não vai ser agora que a operação investiga o PMDB e outros partidos que se beneficiaram do governo Dilma e hoje se beneficiam do governo Temer que a Lava Jato vai acabar.
Realmente há muito trabalho por fazer, seja terminarmos investigações do passado, seja iniciarmos novas investigações para o futuro.

Não cabe ao Ministério Público escolher o crime que investiga. A Justiça é cega justamente porque a lei é igual para todos. A pior impunidade seria deixarmos agora de investigar crimes de corrupção simplesmente porque o grupo no poder atende os interesses econômicos do empresariado, cuja voz no mídia é a do jornal O Estado de São Paulo.

P.S. Novamente o editorialista usa de mexericos para dizer que Procuradores da República seriam responsáveis por vazamentos. Seria bem mais corajoso se fossem nominadas essas pessoas que teriam vazado, pois intriga, fofoca e maledicência não são o que se espera de um jornal sério.

Filho de desembargadora é considerado de alta periculosidade. Ele foi solto na última sexta-feira

O blog foi atrás de mais informações sobre o caso da controvertida libertação do engenheiro Breno Fernando Solon Borges, 37 anos, filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral e integrante do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges.
Como já dito no post anterior, ele foi preso por portar, entre outras coisas, 130 quilos de maconha, 199 munições de fuzil calibre 762, de uso exclusivo das forças armadas e só utilizado por facções criminosas como PCC, e uma pistola nove milímetros.
Na imprensa do estado, quem tem tratado do assunto é o blogue O Jacaré, do jornalista Edvaldo Bitencourt. Pela leitura de suas matérias a história fica ainda mais cabeluda do que parecia no post que publiquei há pouco.
A saga de Solon Borges com a Justiça começou em 8 de abril, quando ele, a namorada, Isabela Lima Vilalva, e o funcionário da sua serralheria, Cleiton Jean Chaves, foram presos.
Na ocasião, o juiz da Vara Única de Água Clara, Idail de Toni Filho, decretou sua imediata prisão no presídio de Três Lagoas, mas na última sexta-feira, na madrugada, o desembargador de plantão José Ale Ahmad Netto, suspendeu os dois mandados de prisão e determinou o cumprimento do habeas corpus para interná-lo numa clínica médica particular.
No seu despacho, o magistrado ainda criticou os dois juízes que decretaram a prisão preventiva do filho da desembargadora. E não levou em consideração que a Polícia Federal considera o filho de sua colega de toga alguém de alta periculosidade.
Por conta dessa decisão de José Ale Ahmad Neto, o filho da sua colega não deve mais ser julgado por associação ao tráfico e venda de armas de grosso calibre, mas por ser doente e usuário de drogas.
O local do tratamento de Breno ainda não foi definido. O Tribunal de Justiça determinou que fosse em Campo Grande, apesar do pedido da mãe para que se realizasse em Atibaia (SP).
Só que as duas clínicas da Capital, Nosso Lar e Carandá, segundo a defesa, informaram que não possuem vaga para receber o réu.
Segundo o blog O Jacaré, a história daqui para frente passa a ser um mistério, já que a defesa de Breno pediu, e os desembargadores decretaram, segredo de Justiça no caso.
Entre outras coisas, as investigações realizadas pela Polícia Federal apontam que Breno teria participado ativamente da orquestração para garantir a fuga de Tiago Vinicius Vieira, chefe de uma facção criminosa, em março deste ano do presídio de Três Lagoas.
O caso revela muito do que é o Partido da Justiça Brasileira. Uma lei pra alguns, outra lei para muitos.

O presidente do Instituto Vox Populi afirma que o Sérgio Moro é pouco para destruir o ex-presidente Lula

O sociólogo Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi, acredita que a sentença do juiz Sergio Moro contra o ex-presidente Lula não é suficiente para tirar a popularidade do petista.
"Por mais que se empenhe para cumprir a tarefa de eliminar o ex-presidente do pleito de 2018, o juiz curitibano não abala a grande popularidade", escreve Coimbra em artigo publicado na revista Carta Capital desta semana.
Ele acredita que o favoritismo ao petista deve permanecer para as eleições de 2018, mesmo após a condenação de Moro a 9 anos e meio de prisão. Isso por um motivo simples: quando Moro apresentou a sentença, "nada de realmente novo aconteceu". "Ou havia alguém que supusesse que a sentença do juiz curitibano seria outra?", questiona.
"A condenação de Lula por Moro já estava no cálculo da grande maioria da opinião pública. Quem afirmava estar inclinado a votar em seu nome não imaginava uma absolvição. Quem o rejeitava não passou a desgostar mais por causa de Moro. A maioria dos indecisos, que costumam se resolver por fatores extrapolíticos, é dificilmente afetada à distância em que estamos do pleito", afirma ainda.
Para ele, "vai ser preciso mais do que uma sentença de Moro para atingir a imagem de Lula. Para destruí-lo, a aliança antipetista terá de empregar armas de calibre muito grosso". (Com o 247)

O jornalista Chico Pinheiro, da Globo, enquadra o prefeito João Doria pela crueldade contra morador em situação de rua

 A ação da empresa de limpeza urbana municipal de São Paulo em lançar jatos de água gelada em moradores de rua na região da Sé, na manhã de quarta-feira 19, continua repercutindo mal.
Dessa vez, quem enquadrou o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), foi o apresentador do Bom Dia Brasil, da TV Globo, Chico Pinheiro.
Em seu perfil no Twitter, o jornalista escreveu indignado: "prefeito, como o senhor reagiria se alguém agisse assim contra alguém de sua família, esposa ou filhos, por exemplo? Inacreditável!". (Com  o 247)

O escritor Paulo Coelho diz que o povo paga a compra de deputados com imposto na gasolina

O escritor Paulo Coelho, brasileiro mais lido no mundo, disparou uma dura crítica ao varejo praticado por Michel Temer no Congresso, onde comprou, literalmente, o apoio de deputados, ao mesmo tempo em que aumentou o imposto de combustíveis para a população.
"Semana passada, Temer gastou uma fortuna em acordos com deputados que votariam contra sua cassação. Quem paga é o povo, claro", postou Paulo Coelho em seu Twitter.
Na Câmara, a fim de fazer com que fosse barrada sua denúncia por corrupção, Temer liberou R$ 15 bilhões em emendas parlamentares para que os deputados da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) votassem ao seu favor.
Com o gesto, o Planalto reverteu o resultado da votação no colegiado e fez com que o relatório do deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), que recomendava dar prosseguimento à denúncia da Procuradoria Geral da República, fosse rejeitado.
Nesta quinta-feira 20, Temer mais que dobrou os impostos incidentes sobre os combustíveis e ainda disse que a população compreenderia sua decisão: "este é um governo que não mente, que não dá dados falsos". (Com o 247)

O jornalista Xico Sá diz que quem xingou a Dilma teve retorno de até aumento de impostos

O jornalista Xico Sá ironizou nesta sexta-feira, 20, os milhares de brasileiros que foram às ruas protestar contra a corrupção e a situação econômica durante o governo da presidente deposta Dilma Rousseff. 
Em seu perfil no Twitter, Xico Sá usou o aumento de impostos nos combustíveis, executado por Michel Temer como exemplo. "O cipó de aroeira voltou no lombo de quem mandou dar. Tudo q gritaram contra a "vaca da Dilma" teve retorno. Pasme: até aumento de imposto", afirmou o jornalista. 
Nesta sexta, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) reinstalou o simbólico pato amarelo em seu prédio na avenida Paulista, em protesto contra o aumento da carga tributária realizado pelo governo Temer (Com o 247). 

Veja a Ficha criminal do deputado Silas Freire (PODE-PI) que quer impedir o ex-presidente Lula

Um dia após a condenação de Lula por Sergio Moro no caso triplex, o deputado Silar Freire, do Podemos, apresentou um projeto de lei para proibir que figuras públicas que tenham sido condenadas em tribunais superiores ou em colegiado de segunda instância emprestem o nome para homenagens póstumas. Isso significa que se o projeto passar e a condenação de Lula for confirmada, nem uma "rua sem saída" poderá ser batizada com seu nome. A informação é da coluna de Lauro Jardim, de quinta (20).
O deputado que apresentou o projeto para impedir o nome de "criminosos" em espaços públicos tem um histórico controverso.

Em 2014, quando ainda não era deputado, mas apresentador de uma TV no Piauí, Silas foi denunciado pelo Ministério Público por ter mandado matar um radialista em 2000 por "vingança". A ação penal chegou a ser aceita pela Justiça local, com projeção de pena de 12 a 30 anos para esse tipo de crime. Veja mais aqui.

No ano passado, ele chegou a ser suspenso pelo PR, seu antigo partido, mas por não ter fechado questão com a legenda e ajudado a aprovar a PEC do Teto dos gastos. Mais aqui.

Por Bruno Góes
O Globo
Lula é alvo de um projeto de lei que pode impedir homenagens póstumas à sua figura.
Sim, é isso mesmo. O deputado Silas Freire (PODE-PI) apresentou uma proposta que, caso seja aprovada, proíbe "a denominação de logradouros, obras, serviços e monumentos públicos, com nome de autoridades que tenham sido condenadas por ilícitos penais, civis ou administrativos em tribunais superiores ou colegiados de segunda instância".
Se Lula for condenado pelo TRF e a lei for aprovada, o ex-presidente não poderá batizar uma mísera rua sem saída com o seu nome. O projeto de lei foi apresentado à Câmara dos Deputados um dia depois da condenação do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro.




Do GGN

A jornalista da Globo Eliane Cantanhêde afirma que Michel Temer aumenta impostos e compra deputados


A colunista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, criticou nesta sexta-feira, 21, o aumento de impostos determinado por Michel Temer para tentar reduzir o déficit das contas públicas. 
Segundo Eliane, Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, devem se preparar para a "rebordosa" a partir de agora. "A reação deve vir de três frentes: da oposição, da própria base aliada ao Planalto e da sociedade _ do chamado 'cidadão comum', e talvez principalmente, do setor produtivo, que não apenas sofre bastante com a crise como tem dado sustentação desde a primeira hora ao governo Temer. Tudo isso a treze dias da votação da denúncia de Janot contra Temer no plenário da Câmara", diz a colunista. 
A jornalista aponta outro fator que deve complicar ainda mais a vida de Temer após a escalada da carga tributária. "Além do peso negativo da expressão 'aumento de impostos', que dispensa apresentação mesmo para a camada da população com menor escolaridade, há um outro prato cheio para as críticas à medida: enquanto aumenta os impostos da maioria, o governo abre os cofres para agradar os deputados que vão decidir, em dois de agosto, o destino de Temer", afirmou. (Com o 247)